DO RISO AO CANSAÇO

12 de Outubro de 2013 Paraty Acrósticos 670

DO RISO AO CANSAÇO
POEMA

São hoje meus dias em minhas mãos ressequidas,
Iguaria típica ao desgaste do tempo, um tanto módico
De cansaço, fez montaria em minha língua e ante
O tanto berrado, calo e silencio na mesma ordem, digo calo-me
A tudo numa única intenção temporária de apaziguar....
Nem tanto, nem tanto....
O amor que hoje me assalta, estrondosamente me enquadra em
Sua secura noturna, abespinhando a inércia melancólica em minha cama.

Caldo requentado.
Boca sem oração.

Se anjos auscultam os mais escondidos pensamentos, certamente
Não estarei seguro a uma ira vindoura (as palmas da língua de retumbada oratória)
Por que os dias insistem em olhar nos espelhos, repetem-se a exaustão, levando a mim e alguns quilos sobre a mesa de jantar; fastio da alma.

Há fim para angústias e melancolias, quando postadas estão no muro
Da frente, sob noite fria e chuvosa, sem canções que as enfrentem;
Dou então ao coração, a esperança que orbitará esse meu esteio, essa coragem
Inexplicável de querer viver só.


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