"Arranque seus olhos para enxergar a resposta."



"Perca-se, pois assim se encontrará."


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-O poeta cego: "Eu enxergo com órbitas vazias a luz
brilhante da mentira.";



-O poeta sem papas: "Eu sinto os dissabores insípidos da
verdade."



-A poetisa surda: "Eu ouço os clamores da igualdade em
júbilo."



-A poetisa submersa: "Eu aspiro as disparidades do espelho
dicotômico."



-O
pequeno poeta descoberto: "Nada sinto, nada vejo, nada ouço, nada aspiro.
A tudo toco, a todos tanjo."