A Obra do Espírito na Santificação dos Cristãos

01 de Agosto de 2014 Silvio Dutra Artigos 405

A lei que Deus, por sua graça, escreve em nossos corações, responde à lei que está escrita na Palavra que nos foi dada; e, como a primeira é o único princípio, assim a última é a única regra, de nossa obediência evangélica. Para este fim tem Deus prometido que a sua Palavra e o seu Espírito devem sempre acompanhar um ao outro, sendo o Espírito para revivificar as nossas almas, e a Palavra para guiar as nossas vidas; Isaías 59.20. E a Palavra de Deus pode ser considerada como a nossa regra em uma relação tríplice:  (1) Como requerendo a imagem de Deus em nós. A retidão habitual de nossa natureza com relação a Deus, e nossa vida para ele, nos  é ordenado na Palavra, sim, e é operado em nós desse modo. Toda a renovação de nossas naturezas, todo o princípio de santidade anteriormente descrito, não é senão a Palavra transformada em graça em nossos corações; porque nós "nascemos de novo pela semente incorruptível da Palavra de Deus.” O Espírito nada opera em nós, senão o que a Palavra primeiro requer de nós. Isto é, portanto, a regra do princípio interior da vida espiritual, e o crescimento da mesma não é senão seu aumento em conformidade com essa Palavra.  (2) No que diz respeito a todos as situações reais, propósitos do coração, todos os atos internos de nossas mentes, todas as volições da vontade, todos os movimentos de nossas afeições, devem ser regulados por essa Palavra que nos obriga a amar o Senhor nosso Deus com todas as nossas mentes, todas as nossas almas, e todas as nossas forças. Nisto está a sua regularidade ou irregularidade sendo provadas. Tudo da santidade que está neles consiste na sua conformidade com a vontade revelada de Deus.  (3) No que diz respeito a toda a nossas ações externas e deveres, privados, públicos, de piedade, de retidão, em relação a nós mesmos ou aos outros; Tito 2.12. Esta é a regra da nossa santidade. Tanto quanto o que somos, e o que fazemos, deve responder a isto. Sejam quais forem os atos de devoção ou deveres de moralidade que possam ser realizados sem que isto seja observado, não pertence à nossa santificação.  Texto extraído do tratado de John  Owen, de mesmo título, traduzido e adaptado por Silvio Dutra. 

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