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19 de Abril de 2012 Jéssica Severo Artigos 954

Com base em estudos minuciosos e detalhados no website da Empresa Editora Globo S/A, conclui-se que ela é uma empresa de grande porte, onde acompanha a tecnologia dos dias atuais a sua maneira de ver o mundo e interagir com os internautas e telespectadores. A Editora em si não tem um perfil estagnado nas redes sociais, mas sim os seus ‘braços’, que são as revistas e entre as que mais se destacam nesse meio são: a Revista Época e a Galileu.
Participar com comentários em rede virou hábito entre pessoas dos mais variados perfis. Interagir, compartilhar, preservar os leitores, atrair novos, saber o que se passa na cabeça da massa de consumidores faz com que muitas editoras já navegam nesse mar de possibilidades e é daí que vem o número crescente de perfis corporativos nessa plataforma. "Estar nas redes sociais foi algo extremamente natural e até inevitável. Assim como a revista de papel, as comunidades na internet são pontos de encontro e não há como não fazer parte disso", descreve Alexandre Maron, diretor de Inovação Digital da Editora Globo.
Fazendo uma busca detalhada nas redes sociais das revistas da Editora Globo, podemos concluir que seus seguidores são exatamente aqueles que já acompanham as publicações impressas e agora com a tecnologia a seu favor, preferem se informar pela internet do que ir até uma banca e comprar a última edição da revista. Isso é um avanço tanto para as editoras, quando para os consumidores que têm ao seu alcance uma forma mais ágil e pratica de se informar, praticamente sem sair de casa. Analisando mais a fundo, podemos percebem que através dessas redes sociais os consumidores têm um acesso mais de perto das publicações, fazendo que críticas, elogios, comentários, opiniões sejam muito mais relevantes e respondidos com muito mais rapidez e eficácia, pois tem uma ligação curta e direta.
Com o crescimento da internet e das redes de relacionamento, já existem pessoas capacitadas para fazer esse tipo de serviço que são os “Analistas de Mídias Sociais’, que empresas que tem seus perfis na rede contratam para que os internautas, consumidores, clientes fiquem a par do que acontece na empresa, tanto em noticias, novidades, eventos, etc. O acesso acaba ficando muito mais fácil e interativo por conta disso, pois invés ir até o site de tal revista procurar por uma matéria especifica, cogita-se a possibilidade de se achar o mesmo link postado em uns dos posts no Twitter da revista, ou até mesmo no Facebook direcionando-o diretamente para a noticia que deseja. Os comentários por sua vez são exatamente designados para noticia ali vinculada. Pode ser um elogio, uma crítica, opinião, isso varia muito. Assim como aconteceria se lêssemos na própria revista impressa, mas na edição impressa não teríamos uma voz ativa, e na internet já teríamos este poder. Por isso as empresas visam muito mais essa plataforma, onde se tem uma resposta imediata com o seu receptor/consumidor, do que tínhamos antigamente, onde as opiniões, críticas, elogios eram feitos através de cartas encaminhadas às redações, onde se demorava muito mais para se obter uma resposta do que hoje em dia. "O leitor muitas vezes desconhece o que existe por trás daquele perfil; ele quer se comunicar e encontrou um canal.” O nosso dever é dar o encaminhamento correto para as demandas e encontrar uma solução rápida”, acrescenta Maron, da Editora Globo.
Essas plataformas só tendem a crescer ainda mais, já que existem em serviços móbile, aplicativos e revistas para tablets. Tudo para facilitar ainda mais a vida dos receptores/consumidores.
Segundo Thompson, a necessidade do ser humano de se comunicar sempre existiu e nas civilizações primitivas as formas de comunicação poderiam ser tanto oral quanto por demonstrações simbólicas. Evidentemente a palavra desempenhava um papel fundamental nessa época, pois a comunicação era restrita, visto que o conhecimento e a difusão de informações eram limitados em termos geográficos, isso porque a interação face a face era a que predominava entre as pessoas naqueles tempos. Mas no século XV, com o nascimento da escrita e, posteriormente, da impressão, essa restrição geográfica foi erradicada pelo desenvolvimento comunicacional que prometia trazer mudanças. E não deu outra: as técnicas de impressão permitiram a possibilidade de propagação de palavras escritas, notícias, conhecimentos e infinitas informações fazendo com que os indivíduos pudessem interagir não só com a interação face a face, mas também com a palavra escrita. Thompson distingue três formas de interação: a face a face (que seria a forma tradicional dos indivíduos de se interagir), a mediada (ou seja, as pessoas conseguem se comunicar por um meio de comunicação, por exemplo, o telefone) e a quase mediada (isto é, os indivíduos apenas recebem as informações dos meios massivos – como livros, televisão e rádio – não tendo como interagir. É como se os meios tivessem apenas uma direção e fossem desprovidos de reciprocidade).

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