De tão acostumados que estamos a contemplar o mal por todos os cantos podemos pensar que o amor é como remendo de velhos panos... um mero desviar-se de contendas, um apaziguamento aparente e o esconder do rilhar de dentes. Comparar o amor com tudo isto equivale a cuspir na face de Cristo, que em si mesmo é a fonte de todo verdadeiro amor... que em sua majestade e excelência, é sempre humilde, gentil e terno, como Ele revelou lavando os pés de todos os seus discípulos. O amor que suportou ofensas com longanimidade extrema. Que tudo sofreu com paciência, e que curou toda sorte de doenças. Ah! O amor que não conheceu canseira, que ressuscitou o morto, consolou o triste, alimentou o faminto, à custa do próprio sacrifício. Ah! O amor que sarou feridas de tantas almas sofridas. Que nada tendo enriqueceu a tantos, com a mais pura graça divina.

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