“Antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (João 13.1)

Eis aqui declarado o amor eletivo de Jesus pelos seus, por suas ovelhas desgarradas que ele veio buscar – um amor de aliança vital, de uma Cabeça ligada a um corpo (Igreja), e que tendo o caráter matrimonial o pressuposto básico para a sua vigência (da aliança) é a fidelidade das partes, tanto da Cabeça, a qual é sempre garantida, e a do Corpo, que deve sempre ser buscada. Mas como é uma Nova Aliança de graça e não de obras, as transgressões cometidas não lançam fora os aliançados, porque são corrigidos e perdoados por Deus (Jer 31.31-34).
Neste casamento a noiva não tinha dotes ou qualquer mérito que a recomendasse à excelência, riqueza e perfeição do Noivo, mas Ele a amou e se comprometeu com o Pai em aperfeiçoá-la, mediante pura graça, amor e misericórdia, em santidade e fidelidade.
É bem esta a condição de todos os que foram feitos filhos de Deus por meio da fé em Jesus. Todos eles, sem uma única exceção foram alcançados por pura graça e pelo amor eletivo de Deus.

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