Julga erroneamente quem pensa que quando a Palavra se refere a buscarmos as coisas que são do alto e não as que são da terra, que isto signifique ser alienado de nossos deveres como filhos, esposos, pais, empregados, empregadores, cidadãos, etc. Muito ao contrário, prova-se a nossa espiritualidade especialmente nestas relações, agindo conforme nos é ordenado por Deus. Mas, sobretudo, a referência a um viver espiritual reporta à busca de sermos transformados em pessoas de fé, de oração, reverentes, de linguagem sã e irrepreensível, misericordiosos, longânimos, mansos, humildes, amorosos, ternos, pacificadores, pacientes, gratos a Deus por tudo, e sempre buscando um crescimento cada vez maior nestas coisas citadas. O alvo é tão grande e sobrenatural que não pode ser atingido sem a operação da graça de Jesus. Então, como se justifica a condenação que é geralmente feita por pessoas carnais e mundanas, àqueles que são de fato espirituais, de que não têm qualquer interesse na realidade? Aos tais respondemos que andamos por fé e não por vista, que almejamos aquilo que é eterno e não o que é passageiro. Que esmurramos o corpo com vistas à mortificação de tudo o que é carnal e mundano em nós mesmos, para que a nova criatura, cresça e apareça em graus cada vez maiores, para a glória exclusiva de Deus.

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