As eleições do ano que vem serão o tira-teima da eficácia das manifestações de rua, que ribombaram pelo Brasil, em junho de 2013. Pelo menos, sob análise de curto prazo. A internet mostrou sua força. Todos já previam. Veremos se foi capaz de mudar comportamentos. Principalmente atitudes cívicas e que demonstrem o interesse pelo país onde se vive, onde se nasceu e provavelmente onde se irá morrer. Não será analisado apenas o resultado das eleições, pois jamais teremos unanimidade. Será analisado todo o processo. Desde o que será produzido nas redes sociais, o que será repercutido na mídia, e de que forma você processará tudo. Pra quem não sabe, 2014 é ano de escolher deputado estadual, federal, senador, governador e Presidente. As competências que cada um desses postos acarreta, não é de domínio público. E, para podermos exigir, cobrar e protestar de forma consciente, é imprescindível saber o mínimo das regras que condicionam este tabuleiro. Somos República, Livre, Democrática, de Direito. Ano que vem veremos o nível dos debates, das intervenções e engajamento moral. Ano que vem promete. Que pelo menos supere algumas expectativas.