O mundo está cada vez mais ligado a tecnologia, o Brasil já ocupa a liderança em relação ao tempo conectado a internet e possui um crescimento considerável em números de computadores em seu território.

A igreja ao contrário de perder a comunhão dos membros pelo contato presencial nos cultos deve pensar em combinar a tecnologia as atividades da igreja, ou seja, alinhar o culto normal as mídias sociais para atingir pessoas que não podem estar presentes nas igrejas ou até mesmo atingir países que impossibilitam a entrada de Bíblias. A palavra de Deus deve ser levada ao mundo todo e temos a possibilidade através de novas ferramentas de realizar essa propagação.

A inovação tecnológica já é utilizada por diversos segmentos eclesiásticos, desde transmissões ao vivo como a aplicação em utensílios móveis (aplicativos mobiles), que permitem que o usuário tenha acesso a esse conteúdo seja em casa, no trabalho ou até mesmo caminhando pela rua.

O Twitter inovou em seus 140 caracteres, conseguiu determinar uma quantidade suficiente de palavras que expressasse toda a informação, o Facebook permitiu a agregação de links, vídeos e conteúdos em três pontos: comentar, curtir e compartilhar, além de criar laços sociais virtuais que resultaram em marchas de reivindicações que estão cada vez mais crescentes e o Youtube que permite a criação de um canal gratuito e armazenamento e compartilhamento de programações on demand.

Isso tudo é reflexo da força e o poder da relação entre os seres humanos que se identificam. A tecnologia tem feito o papel de um facilitador para diminuir as distâncias e são poucas as igrejas que de fato entendem esse sentido e aplicam novas tecnologias a difusão da palavra