Layla

19 de Agosto de 2013 CamillaNapo Cartas 719

Era pateticamente engraçada a quantidade de vezes que ela conseguia se iludir, era de se pensar: Como pode ser tão burrinha? Coitadinha.

Os seus passos sempre levados pela esperança, seu coração sempre cheio de amor.
Ela não era de querer qualquer um, mas quando escolhia alguém... Tinha que ser o mais difícil!
Ela tinha sempre alguns admiradores, não queria nenhum. Ela queria aquele, aquele que ela escolheu a dedo no meio de todos. Por que tinha que ser sempre os loucos? Parecia que Layla tinha nela uma espécie de imã que atraia todos os loucos.
No fundo ela gostava, era esses que ela queria, os esquisitos, os diferentes... se eram normais não causavam efeito nenhum a ela. Era como se ele tivesse sede em desvendar o que se passava na cabeça desses homens tão incomuns e com suas cabeças tão confusas... Sua mãe vivia lhe falando que ela não era psicóloga pra ter que cuidar de loucos. Mas ela ia fazer o que? Não era de proposito, acontecia assim, rápido, ela nem percebia e já estava chorando pelos cantos da casa. A culpa não era dos rapazes, o problema era ela. Sempre achava que existia uma chance, que ela ia concertar, que ia conseguir, mas, nem sempre era assim.
Alguns diziam que era lindo o jeito dela, sempre amorosa e boa com todos, mas, acho que isso era lindo só pros outros, pra Layla nem sempre era legal...Ela desejava ser mais fria, mais má...desejava que conseguisse esquecer rapidamente os homens do mesmo jeito que eles se esqueciam rapidamente dela. Isso nunca funcionava, quando se curava de um amor e prometia não arrumar outro, tempos depois lá vinha ela com outra paixão...

Ahh Layla


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