O garoto havia passado a vida inteira olhando as estrelas, sussurrando um nome que ao menos sabia dizer qual era. Vendo um rosto tortuoso na lua, sem saber a quem pertencia. Sentia que em si, existia um vazio, mas também não sabia como o preencher. E como estrelas cadentes que de repente caem do céu, ela caiu em sua vida e instantaneamente ele fez um pedido; - Bem que dessa vez poderia dar certo, e se não der, a gente poderia tentar de novo e de novo até que desse. E exatamente como uma estrela cadente, que de um modo efêmero cruza nossa visão, ofusca nossos olhos e aquece algo dentro de nós, e depois vai sumindo até que não possamos mais vê-la, assim também ela está indo, sumindo, sumindo, enquanto ele ainda nem terminou de fazer o seu pedido.