Parte 1:

O Dia estava bonito, o sol quente, fazendo com que o mar brilhasse aos olhos de Guilherme que estava sentando embaixo de um pé de coco, bebendo água de coco com seus pensamentos longe.

*** Guilherme e Bruno estavam deitados nus na cama, os dois suados, exaustos, Guilherme estava com sua cabeça apoiada no peito de Bruno.

 Bruno: Nossa, cada vez que fazermos isso sinto minhas forças se renovarem.

 Guilherme se levantou sorrindo dando um beijo em Bruno. Que retribuiu. Era a primeira vez deles.

 Guilherme: Nunca existirá outro homem que eu irei me apaixonar assim.

 Bruno: da boca pra fora, se um dia nos separamos com certeza surgirá outro que se parecerá comigo e você vai se apaixonar.

 Guilherme: Impossível, nem a morte te tira de mim.

 Bruno: Nossa, não sabia que você virou um deus grego, quer dizer, deus grego já é, mas não sabia que tinha poderes.

Guilherme: bobo

 Os dois se beijaram***

 ** Guilherme: Nunca existirá outro homem que eu irei me apaixonar assim.

Bruno: da boca pra fora, se um dia nos separamos com certeza surgirá outro que se parecerá comigo e você vai se apaixonar. ***

 Guilherme olhou para Fernando que estava entrando no mar com Theo.

 Guilherme: parecido com você.

*** Guilherme e Bruno estavam dentro do carro viajando

Bruno: vamos fazer um pacto?

 

Guilherme: que pacto?

 

Bruno: daqui a dois anos, nos vamos se assumir, já seremos maior de idade, poderemos morar juntos.

 

Guilherme: serio amor?

 

Bruno: sim sim. É você que eu quero, o único da minha vida.

 

Guilherme: vamos sim, mas uma condição.

 

Bruno: qual?

 

Guilherme: também proponho um pacto.

 

Bruno: faça.

 

Guilherme: nos seremos eternos, nosso amor vai existir para sempre, nunca vamos nos separar, seremos um do outro sempre. ***

 

Guilherme: O que eu devo fazer?

 

Enquanto isso Rafael estava no quarto olhando o mar pela janela, seus pensamentos longe assim como o de Guilherme, Rafael pensava no dia que conheceu Igor.

 

*** Rafael estava no ponto de ônibus, esperando um, quando Igor que já estava sentado ali esperando um ônibus também levantou-se e começou a falar com ele.

 

Igor: que Ônibus você espera?

 

Rafael: Politur

 

Igor: vixe já passou faz tempo, vai demorar para passar outro, assim como o meu, toparia tomar um sorvete para fazermos companhia um ao outro enquanto espera?

 

Rafael ficou nervoso e incrédulo que isso estava acontecendo com ele. Imaginou o que Gabriel diria sobre isso.

 

Rafael: aceito sim ***

 

Os pensamentos de Rafael avançaram mais no tempo, já estava namorando com Igor e Gabriel com Miguel.

 

*** Estavam os quatro reunidos numa antiga praça, Gabriel e Miguel afastados como sempre, Igor e Rafael estavam a mais a demonstrar seu amor um com o outro.

 

Igor: sabe estive pensando, quando você contar tudo para sua família, irei te pedir em casamento.

 

Gabriel: Igor não se diz que vai pedir alguém em casamento, senão ele vai ficar já esperando e não vai ter surpresa.

 

Igor: é mesmo, esqueça que vou te pedir em casamento.

 

Rafael riu, sem perceber a olhada que Igor dera em Miguel, nasceria naquele momento a atração física dos dois***

 

*** a chuva continuava forte e Rafael chegou na casa de Miguel, estava com as luzes acesas ele estacionou o carro. Estava explodindo de raiva. Arrombou a porta e entrou no quarto, foi quando ele foi banhando pela verdade, e enfraqueceu.

 

Rafael: não, não pode ser, vocês não deveriam ter feito isso.

 

Miguel estava na cama com Igor.

 

Igor: calma meu amor, não é o que você esta pensando.

 

Rafael: não me chame de meu amor, e eu não estou pensando nada, eu estou vendo. Vocês são nojentos, eu odeio vocês.

 

Rafael foi para cima de Igor e Miguel e deu um soco em cada um no rosto que caíram, Rafael chorava de raiva.

 

Rafael: tenho que sair daqui, sou capaz de matar vocês dois, vocês sabem que eu odeio mentiras e principalmente traição.

 

Rafael continuou a acelerar na pista, ate que numa curva o carro derrapou no chão molhado e capotou pela estrada diversas vezes. ***

 

Lágrimas caiam do rosto de Rafael a se lembrar dessas coisas, o que seus pais iriam dizer sobre o que aconteceu no Barco?O quanto ele errou ao aceitar aquele sorvete no dia do ponto de ônibus.

 

Rafael: Devo esquecer isso tudo, devo seguir em frente, encontrar um novo caminho para mim.

 

Andando pela praia sozinha estava Blenda, caminhando sobre as pequenas ondas que se quebrava em seus pés que a chutavam, também em volta de seus pensamentos.

 

*** Blenda estava na casa de Mariana, iria dizer sobre sua entrada na Boate, toda feliz, embora não podia esperar tanto da namorada.

 

Blenda: então cantarei ao lado de um garoto chamado Theo.

 

Mariana: você ficou maluca?

 

Blenda: mas...

 

Mariana: só espero que não me comprometa, se pensa que me verá lá te apoiando esta enganada, ninguém pode saber de meu envolvimento com mulheres, você nem pensa nisso né?

 

Mariana saiu da presença de Blenda.

 

Blenda: mas... ***

 

Outra lembrança bem mais antiga que essa surgiu na mente de Blenda.

 

*** estavam ambas na escola, blenda estava sentada lanchando, quando Mariana surgiu com um grupo de meninas, rindo, se aproximaram dela.

 

Menina 1: Olha se não é a sapata.

 

Blenda: por favor me deixe em paz

 

Blenda olhava para Mariana que não estava se importando, isso a machucava por dentro.

 

Menina 2: chupando muita boceta, Blendo?

 

Os olhos de Blenda já estavam lacrimejando, levantou-se para sair do local, quando foi parada por alguém, ao se virar era Mariana que ria.

 

Mariana: é melhor sair mesmo, não queremos nos contaminar.

 

Marina fez as garotas rir, Blenda saiu correndo para o Banheiro. Sabia que Mariana só estava fazendo fama, mais isso a deixava triste. ***

 

*** A boca de Blenda ia se aproximando da de Carol, fechou seus olhos e seus lábios se tocaram delicadamente, seus rostos viravam uma na outra, enquanto suas línguas brincavam. Elas não sentiam mais nada, nem o ar, nem o sol, somente uma a outra. ***

 

De volta para a casa, Maicon estava dormindo na rede, seus sonhos eram perturbados e rápidos flashs de seu passado, que ele se condenava tanto.

 

*** Maicon: Você aqui? O que esta fazendo?

 

Maicon falava com um cara dentro de seu quarto, na antiga cidade, tinha uns 15 anos ***

 

*** Maicon recebera um soco***

 

***Maicon olhava assustado para seu agressor***

 

*** Maicon virá Pedro gravando tudo o que acontecia***

 

Maicon acordou assustado.

 

RESIDENCIA FAMILIA BRATHO

 

Henrique estava deitado na cama só de cueca, transparecendo todo seu corpo trabalhado, seus pensamentos estavam no seu passado mais o de Mauricio, que ele se via agora em léo.

 

*** Henrique estava em um quarto de Hotel quando estudava Direito, ele chegou na porta do quarto e girou a chave e ao entrar achou Mauricio deitado no chão.

 

Henrique: Mauricio, amor?

 

Henrique estava desesperado, encontrou uma seringa ao lado do braço de Mauricio, , ele tinha dado Overdose. Henrique ligou imediatamente para emergência.

 

Henrique: por que você fez isso meu amor?***

 

Henrique foi interrompido pela chegada de Mauricio ao quarto, que se deitou sobre ele e o beijou.

 

Mauricio: no que estava pensando?

 

Henrique: Nada importante

 

E realmente não era, o que valia era que Mauricio mudou, era aquele rapaz ali na sua frente, lindo, sarado, livre das drogas.

 

-------------------

 

NOITE

 

-------------------

 

PRAIA

 

Durante a tarde todos passaram o tempo na água, na areia, brincando, conversando, esquecendo um pouco dos problemas. No inicio da noite, começaram a arrumar as malas, partiriam de manha cedo. Com as malas prontas, estavam agora sentados em volta a fogueira: Maicon, Ricardo, Tonia, Fernando, Theo e Plínio, os outros estavam ainda arrumando as coisas.

 

Maicon: quero falar com vocês.

 

Ricardo: sobre?

 

Maicon: Pedro... estamos voltando amanha, e esta na hora de contra-atacarmos, vamos invadir a casa dele, revirar tudo, recuperar a mídia, e destuir o Pedro. Quem esta comigo?

 

Todos se levantaram juntaram as mãos e repetiram de um a um.

 

" Contra Ataque"

 

Parte 2:

 

Ricardo chegou em casa com a mochila das costas, ao abrir a porta deu de cara com Andre.

 

Andre: Onii-san

 

Andre abraçou ricardo que retribiu, deixou a mochila em cima do sofá e foi ver a mãe na cozinha.

 

Zélia: filhoo

 

Ricardo: her.. oi mãe.

 

Ricardo abraçou a mãe e deu um beijo no rosto.

 

André: como foi lá maninho?

 

Ricardo: foi otimo, só que o namorado de um... amiga minha tentou mata-la.

 

Zélia: Meu Deus filho.

 

RESIDENCIA FAMILIA SOARES

 

Fernando foi se aproximando de casa, ja imaginará encontrar Leonardo, seu pai. nunca souberá o por que de tamanho desprezo quer dizer o fato de ser gay ajudava. Fernando entrou em casa e para sua surpresa não era somente seu pai que estava ali.

 

Fernando: mãeee

 

Leila: filho, que saudadesss

 

Leila abraçou fernando com toda sua força.

 

Fernando: quando voce voltou?

 

Leila: faz alguns dias, esteve na praia hein?

 

Fernando: sim.

 

Fernando nem prestava atençao em leonardo que o encarava. Leila olhou para leonardo tambem.

 

Leila: ele se comportou?

 

Fernando olhou para leonardo.

 

Fernando: sim mãe.

 

Fernando foi desfazer as malas, estava colocando as roupas na gaurda-roupa, quando a porta do seu quarto abriu e Leonardo entrou.

 

Leonardo: garoto, de onde voce conheçe aquele rapaz, o Ricardo?

 

fernando: foi ele que me levou para o hospital naquela vez que fique internado. Por que, qual o interesse voce tem nele?

 

Leonardo: Filho, escute, não ande com ele, por favor.

 

Fernando nunca virá Leonardo dessa forma, e o chamará de filho.

 

Fernando: porque o que que tem?

 

leonardo: Só não ande com ele, e aquele outro que era seu amigo, o Pedro, tambem tente ficar longe dele o maximo que puder.

 

Fernando: desse quero distancia mesmo, mas o Ricky não, ele é meu amigo.

 

Leonardo: considere o que estou lhe pedindo,pense bem.

 

RESDENCIA DE PEDRO.

 

Maicon havia acompanhado Plinio ate o portão da casa de Pedro, estava indo para sua, mas antes falou com Plinio.

 

Maicon: Plinio, procure o cofre dele, e recupere a midia para mim por favor, voce tem mais tempo, o Nando disse que fica no porão.

 

Plinio: Mais provavelmente a uma senha.

 

Maicon: expeimente Fernando ou Nando. Mas precisamos recuperar o cd, ai sim invadiremos a casa, procuraremos mais pistas para juntar as que ja tenho e mandar ele para prisão.

 

Plinio: vou me empenhar e acharei a Midia.

 

Maicon: obrigado.

 

Maicon saiu e Plinio o ficou olhando, abriram o portão e ele entrou na casa, decido a recuperar a midia.

 

Parte 3:

 

HOSPITAL

 

O carro parou e Thiago desceu, seu tio o estava esperando na entrada do hospital, estava em outra cidade longe de Matheus, a varios quilomentros de casa, mas estava feliz por estar ali.

 

Thiago: Tio, quanto tempo

 

Thiago abraçou o tio.

 

Tio: então Doutor pronto para ver os procedimentos?

 

Thiago: sim senhor.

 

Assim Thiago entrou no Hospital, vendo sala por sala, ouvindo o Tio e outros Medicos, cada vez mais maravilhado com o dom de salvar vidas.

 

BOCA DE MATOQUENTE

 

Léo estava fumando, junto aos outros traficantes e viciados, mas não pode de deixar de ouvir uma conversa proximo a ele, embora falassem baixo dava para escutar.

 

Traficante 1: Sabe outro dia eu escutei uma conversa de Matoquente com um dos seus soldados.

 

Traficante 2: o que disse?

 

Traficante 1: Se ele morrer, quer que o Léo lidere a boca.

 

Traficante 2: como?

 

Traficante 1: o Lé, ouvi ele dizer que Léo tem sangue frio para isso, e saberia liderar bem.

 

Leo ouvia tudo, ficou pensativo, um sorriso saiu junto a um olhar maquiavelico.

 

Leo: era tudo que eu precisava, Henrique, Mauricio, Ricardo e.. Pedro. é melhor voces se protegerem.

 

RESIDENCIA DE PEDRO

 

Pedro estava no telefone falando com o Hospital, onde estava internada sua mãe.

 

Pedro: ela piorou?

 

Doutor: sim, creio que ficara mais tempo aqui.

 

Pedro: obrigado, Doutor.

 

Plinio: então?

 

pedro: minha mãe, piorou.

 

Pedro falou friamente, Plinio não acreditou em tamanha frieza. Mas quem era ele para falar em frieza, sendo que esta enganando Tonia, e terá que fazer algo horrivel.

 

Pedro: bem, vou sair, fique a vontade

 

Pedro saiu, essa era a chance de Plinio.

 

RESIDENCIA FAMILIA BRATHO

 

Henrique e Mauricio estavam deitados na cama, abraçados.

 

Mauricio: os ataques aquela boate acabaram né?

 

Henrique: não sei não, prensito algo ruim chegando.

 

Mauricio; como assim?

 

Henrique: Seja quem for realmente odeia Homossexuais, não acho que pararia tão cedo de matar.

 

Mauricio ficou pensativo.

 

Mauricio: como pode ter gente assim ne amor? Não fazemos nada contra eles.

 

Henriques: Pois é, eles tem medo, acha que vamos querer eles, acho que é isso.

 

Mauricio: idiotas, arrogantes.

 

Ficaram em silencio por um tempo.

 

Henrique: Mauricio, o que acha de internar o leo?

 

Mauricio: serio?

 

Henrique: Não quero que meu irmão se destrua nas drogas, Ja quase perdi voce um vez, não quero perder meu irmão.

 

Mauricio: eu sinto muito pelo meu passado, eu quero ajudar o Léo mas, acontece que ele é homofobico, ai fica dificil.

 

Henrique: eu sei.

 

Mauricio: mas não queria que voce o internasse, ele ficaria com muito odio de voce.

 

RESIDENCIA DE PEDRO

 

Plinio estava ja em frente ao cofre, possuia mesmo uma senha.

 

Plinio: espero que o Maicon tenha razão.

 

Plinio digitou Fernando, mas nada aconteceu, digitou Nando e tambem nada aconteceu.

 

Plinio: droga, como irei descobrir essa senha?

 

Plinio tentou letras, numeros, letras com numeros, coisas que faziam sentido ser a senha, mas nada abria. Seu celular tocou.

 

Plinio: Alo?

 

Robson: plinio, onde esta voce com a tonia?

 

Plinio: Senhor Robson, se acalme, espera o momento certo, Tonia esta namorado, não vai assim tão rapido, tenho quer aranjar uma forma.

 

Robson: o prazo esta acabando, e se acabar, voce volta para a cadeia e dessa vez por assasinato, esta entendendo? assasinato pela morte de minha esposa, a mãe de tonia.

 

Plinioi: mas o senhor que a matou

Robson: mas ninguem sabe.

Bateu o celular. Plinio gritou e arremessou um ferro no cofre,sem sucesso.

HOSPITAL

Thiago continuava a visitar as salas com o tio.

Tio: O proximo é complicado, encontraram esse garoto na pista de cueca, embaixo de chuva, pegou Hiportemia aguda, perdeu a memoria, e ate hoje naõ recuperou, não sabemos nem, de onde é.

Thiago:o que aconteceu com ele?

Tio: foi espancado e estrupado.

Thiago: que horrror.

Thiago e o tio caminharam para a sala, demorou uns segundos para Thiago cair em si ao abrir a porta do quarto, Felipe estava acordado os olhando, Thiago chorava e sorria.

Thiago: fe-Felipe?

O tio e Felipe se espantaram.

Continua.....