Cronicas de Jean - parte 1 - Uma visita inesperada

29 de Julho de 2014 Abimaleh Kayron Contos 964

Entro em casa cansado, foi mais um dia chato e exaustivo no trabalho. Afrouxo a gravata e largo o paletó sobre o sofá. Caminho ate a geladeira e pego alguma comida congelada qualquer, alguns minutos no microondas e esta pronta. Logo estou no sofá, com a companhia da minha televisão e do meu jantar, "não é tao ruim" penso eu. Termino meu jantar solene e começo a tirar a roupa, cada botão da camisa é solto lentamente. Ponho os braços para trás e ele deslisa pelo meu antebraço ate o chão. Solto o sinto e o jogo em um canto. Abro o botão da calça e baixo o zíper, desço devagar ate o chão, e pego uma toalha qualquer no guarda-roupas. Creio que não me apresentei, meu nome é Jean, eu sou contador em uma empresa vital e estou no chuveiro agora, as gotas caem quentes no meu corpo nu, não sou um homem atlético, mas corro todas as manhãs pelo meu bairro, um lugar calmo na bela Cidade de Londres chamado Ludgate Hill. Acabo meu banho e vou para o quarto, jogo a toalha sobre a cama e ponho uma cueca azul, nada de incomum no meu dia, ou na minha noite. Vou ate a cozinha e ponho um chá para ferver, "mais um costume que aprendi por aqui". Ouço um barulho vindo do meu quarto, como um vidro quebrando. Corro ate lá, o vidro da janela já era e as luzes que eu havia deixado acesas estão apagadas, olhos azuis brilham no escuro do meu quarto.

- Ola bonitão! - Diz uma voz doce vinda dos olhos azuis que se escondem na penumbra do quarto.

- Quem é você? - sai da minha boca uma pergunta assustada.

- Só alguém que estava de passagem - responde a voz saindo das sombras e vindo para o claro.

Eu me afasto da pessoa que se aproxima me preparando para o pior, mas o que vejo é uma moça de belíssimos cabelos loiros e pele muito clara, seu andar é lento mas ela rebola levemente ao caminhar em minha direção, ela vestia uma blusa aberta na frente o que delineava seus belos seios fartos, e uma saia curta bem colada, mostrando as belas coxas que ela possuía.

Ela me estende a mão e diz:

- Me deu vontade de brincar, então vi sua janela aberta e decidi brincar com você. Posso?

Ela falava da janela quebrada, que eu acabara de ver, mas ao desviar meu olhar ate a janela não havia mais rachadura ou cacos pelo chão, a janela simplesmente estava aberta, o que aumentou meus batimentos cardíacos

.- Co... como você? - minha voz tremia, eu não conseguia me controlar.

- Isso eu conto se você brincar um pouco comigo - ela dizia e se aproximava mais ainda do meu corpo, ela tirou a blusa enquanto se dirigia ate mim, e encostou os seios fartos no meu peito.

- Você não vai se arrepender, Jean.

Eu não pude responder, os lábios dela tocaram os meus calando minha voz. sua boca quente e macia me fez fechar os olhos como que por instinto. Sua língua brincava dentro da minha boca fazendo cocegas no céu da boca. A mão dela veio ate meu sexo já ereto e ela disse junto ao meu ouvido.

- Que delicia! Já esta do jeito que eu queria.

Ela se ajoelhou e desceu minha cueca, sua língua dançou sobre a minha glande, mas logo engoliu quase que completamente o meu pênis. O calor de sua boca era delicioso de sentir, úmida e quente, ela lambia rápido e sugava avidamente. De repente ela parou e me olhou do jeito mais sexy que já vi uma mulher olhar em meus olhos, ela se levantou e caminhou de costas ate a cama, meu corpo hipnotizado acompanhou aquele mulher misteriosa. Ela se curvou sobre a cama empinando as nádegas e disse sorrindo:

- Vem, me faz sua.

Eu fui ate ela e abaixei sua calcinha ate os joelhos. O cheiro de sua vagina úmida me fez parar ao me erguer e dar uma lambida leve. pude ouvir um gemido baixo que ela soltou assim que fiz isso, então não me contive e continuei lambendo aquela boceta molhada, ela se contorcia tentando segurar a posição em que estava, mas era quase impossível com tanto êxtase. Eu tambem nao aguentava mais me ergui e a penetrei profundamente com força.

- Calma. - disse ela com dificuldade - é toda sua, não precisa pressa.

Sorri com o que ela disse e fui penetrando mais lentamente, apertando aquelas belas nádegas, meu polegar deslizou ate o anus dela, que o abocanhou com prazer, ela gemia alto.

- Venha quero que goze na minha boca! - disse ela se virando pra mim e pegando meu pênis.

Ela me masturbou por alguns instantes e logo jorrei com força dentro daquela boca deliciosa. Fizemos amor a noite inteira, dormimos juntos, mas, ao acordar pela manha, eu estava só novamente. Um papel sobre a escrivaninha me deixou feliz apesar da solidão apos a noite maravilhosa de prazer, nele estava escrito "volto em breve, adorei a noite". Ganhei a noite e quebrei a monotonia, agora so me restava esperar por mais uma noite com a minha loira misteriosa.


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