Pelo que se foi... - Capítulo 02 - A Jovem

18 de Setembro de 2011 TFJ Contos 878

Dois


A Jovem



Ela andava então a passos curtos pelo terminal de Euston Square, pois a manhã estava amena e o seu destino estava próximo. Deslocava-se lentamente, como se dispondo de todo o tempo do mundo, como que procurando afastar da sua mente o corre-corre da sua volta, tentando tirar a cada passo o máximo proveito da brisa fresca que surgia naqueles dias do ano. Sentia a suavidade do vento a acariciar sua pele aquecida pelo calor do incipiente sol de verão — que já se delineava a leste no formato de um belo disco amarelo por detrás das nuvens esparsas da manhã — e a lhe agitar gentilmente o rabo-de-cavalo em que usava prender seus longos cabelos louros. “Para quê pressa num dia como hoje?” Pensava ela.

Enquanto caminhava, fitava com um pequeno sorriso, não mais que um leve contrair no canto dos lábios, o burburinho da pequena multidão que a cercava. Todos os dias ela via repetirem-se cenas semelhantes, perpetradas por aquela boa centena de pessoas, cada qual a se dirigir para algum dos prédios os circundavam. Na sua maioria tais pessoas eram tão jovens quanto ela, e se apresentavam numa profusão de estilos visuais de não fazer feio na mais badalada Rave, já que exibiam uma infinidade de variações nos seus cabelos, nas suas roupas, nos seus adereços... Cada pessoa que via lhe testemunhava a eterna busca humana pela colocação da individualidade dentro do senso-comum. Multidões sempre possuíram a capacidade de lhe fascinar desde a infância, e, aquela, apesar de corriqueira e familiar, não se fazia uma exceção à regra. O contato com tantas almas, com tantos anseios diferentes, a inebriava. Em hipótese alguma ela conseguia deixar de pensar, sobretudo quando algo a fascinava, exatamente como então acontecia. E, pensando, não conseguia jamais evitar especular.

Via tantas pessoas à sua volta... Sobre o que elas todas pensariam naquele momento? Quais seriam seus desejos, suas certezas, suas aflições, seus objetivos? O que movia as suas vidas? Que razões faziam com que tantas e tão diferentes pessoas se encontrassem naquele mesmo instante no tempo e no espaço? Mas não havia, de fato, verdadeira necessidade de especulações nesse campo. Estavam nos arredores da grande Universidade de Londres e a maior parte deles vinha da mesma estação do Tube de onde ela mesma viera, apressando-se para não perderem seus horários. Nesse ponto todos ali se assemelhavam, pois apesar de todas as suas diferenças de estilos, de cores, de portes, de timbres e de temperamentos, essa característica eles todos possuíam em comum — todos se dirigiam para o mesmo lugar.
Pessoas em geral a encantavam e enquanto prosseguia seu caminho, divagava a respeito daquelas a quem sorrateiramente observava. Quais seriam seus propósitos, de onde eles vinham, qual era a sua história? Que caminhos seguiram durante toda uma vida até convergirem ali, vindos de todas as direções, naquele exato instante? Havia tantas facetas para serem observadas, tantas probabilidades para serem calculadas, tantas óticas para serem analisadas… Entendia cada pessoa como brilhando feito um pequeno sol, refletindo uma luz toda sua, por mais tênue que se fizesse demonstrar, bela e terrível por si mesma, propriedade elementar de sua peculiar condição de ser humano.

Bela, pois do seu meio surgiu tudo o que se conhece por belo, bom e de valor. Terrível, pois também gerou o que há de torpe no mundo como o conhecemos. Mesmo o mais fiel seguidor da mais austera das divindades reivindicantes da autoria da criação de tudo o que existe seria obrigado a concordar que nenhum ato alguma vez testemunhado sobre a terra, bem ou malfazejo que fosse, pôde ocorrer sem qualquer intervenção humana. Não se pensa em incluir nesses casos, naturalmente, terremotos, maremotos ou quaisquer cataclismos de ordem natural, bem como eventos que transcorreram contra as expectativas. Visões de mundo que desejam enxergar vínculos metafísicos por detrás de situações que se desenvolveram contra as probabilidades – ou além delas – alinham-se com a religião, não com o pensamento. A visão dos religiosos e a adoração que esses parecem devotar com tanto zelo e apreço aos seus deuses opressores (pergunto aos meus botões se a expressão “deus opressor” não seria, em si, uma redundância) nunca a contagiara, e logo, sem possuir um arcabouço místico que lhe sustentasse, por princípio, uma opinião negativa sobre a humanidade (e apesar de ser ela de fato uma pessoa de visão inegavelmente mística), por não ter razão alguma para acreditar na existência de qualquer indício de um “vício de origem” na existência dos seres humanos, e, finalmente, por reconhecer a si como “humana” e conseguir ver nela mesma algo de definitivamente benéfico, também não poderia deixar de encarar a todos os seus pares como existências de caráter essencialmente positivo. Uma existência selvagem, cruel em tempos, afável noutras horas, perdida entre lutas, gritos, choros e beijos. Dividida entre a vontade de continuar e o desejo de recomeçar, fraca por sua fome e forte por seu desejo, condenada a amar e programada para temer. Mas acima de tudo, senão exatamente por tudo isso, simplesmente bela.

“Ah, Humanidade… Foste tu a fonte tanto do Progresso quanto do Caos… Por ti vieram ao mundo sensível e visível tanto as Pandoras da vida quanto os Mahatmas do infinito. Tanto os Demiurgos quanto os Cristos. Tanto os demônios quanto os anjos…” E por aí andavam seus devaneios, um tanto alucinados, enquanto ia ela pela alameda…

“Ei! Espere aí… Como assim Alameda?” Quando deu por si estava parada bem no meio da Gordon Square, olhando à volta com ar aturdido e algo cômico. Subitamente sentiu-se bastante ridícula por ter desviado tanto do seu caminho enquanto devaneava no “mundo do pensamento”. Rubra de vergonha deu meia-volta e dirigiu-se apressada para o edifício da Filosofia. “Garota tonta!” Pensou ela. “Agora estou atrasada! Sua burra, burra, burra!” Voltou sobre seus passos com tal pressa que agora a multidão já não chamava a sua atenção enquanto seguia de volta pela alameda e atravessava novamente a Gordon Street. “Como pude passar pelo prédio e seguir em frente? Tudo por essa minha mania de ficar sonhando acordada…”.

Daí percebeu que a sua frente, em meio ao percurso que ainda precisava vencer, encontrava-se algumas pessoas sobre as quais não gostava nem um pouco de devanear e que pelo caráter, ao menos para ela, bem pouco acrescentavam à conturbada condição humana. A ela em nada incomodaria se tais personalidades houvessem tido a decência de permanecer no “Mundo das Idéias”, sem jamais penetrar o tecido da realidade…

“Skinheads! O quê eles fazem aqui? Melhor ignorá-los, vou dar a volta…” Eram cinco garotos um pouco mais velhos do que ela, conversando na calçada em frente ao prédio ao qual se dirigia. E assim como os viu, eles a viram. Virou à direita e já os ultrapassava quando o maior entre eles moveu-se rapidamente, interrompendo seu caminho de uma maneira tão abrupta que quase a fez trombar.

— Ei, ei, pra quê tanta pressa? Relaxa, vamos conversar um pouco! Eu e meus amigos estamos sempre procurando novos amigos, sabe como é… Sempre tentando expandir nossos horizontes. É por isso que a gente veio até aqui, pra tentar nos entrosar um pouco mais com os cabeções desse lado do Campus. Cê estuda aqui, né? Chega mais, a gente tá cheio de vontade de levar um papo contigo…

— Pois é gatinha, chega aqui vamos lá, falar duns lances assim, tipo bem cabeça mesmo, conversar sobre umas paradas assim de Filosofia e tal, sabe como é, trocar experiências, trocar umas idéias… — falou outro.

“Se eu me dispusesse realmente a ‘trocar umas idéias’ com esse animal, com certeza sairia perdendo na troca…” Disse consigo, enquanto os via se aproximar. Os outros três aparentemente concordavam com o grandalhão, visto que começaram a avançar, enquanto guinchavam em monossílabos, num tom sarcástico e com olhares tão maliciosos que chegaram a lhe embrulhar o estômago. “E essa do de ‘nos entrosar’? De que buraco saiu esse mastodonte e as suas crias?” Pensou enquanto eles se aproximavam cada vez mais. “É, a mesma humanidade que dá à luz aos heróis também aborta os vermes…”.

— Me desculpe, eu… Adoraria ficar e conversar com vocês, mas infelizmente estou um pouco atrasada. Se me dão licença…

A jovem era uma garota alta, com cerca de um metro e oitenta. Mas aquele garoto possuía um tamanho descomunal… Ela mal batia no seu peito e seu diâmetro era mais que duas vezes o dela. Dando um passo atrás tentou sair pelo lado, só para descobrir que estava cercada. Ela estava novamente rubra agora, mas não mais por vergonha ou raiva.

— O quê vocês querem comigo? Se for dinheiro, eu tenho…

Eles se entreolharam e começaram a rir. Não parecia que estivessem interessados no seu dinheiro. O grandalhão então falou:

— Quê é isso, não somos marginais, somos alunos igual a todo mundo aqui. Não é mesmo, galera?

— É isso aí garota, alunos como todos. — falou um terceiro — Ou melhor, quase isso. Não somos de fato iguais a todos aqui.

O seu olhar era penetrante e cruel, e ela compreendia perfeitamente o significado das suas palavras. Ela já havia passado por muitas situações semelhantes a essa antes, todas embaraçosas, mas nenhuma tão surreal… Ou tão ameaçadora. Isso estava acontecendo em plena luz do dia! Parecia que ela saíra de casa para cair em algum estranho filme noir, onde o mundo repentinamente tornara-se sujo.

Estavam claras para ela quais eram as motivações deles, mas não suas verdadeiras intenções. Aquela situação era desconcertante e ela sabia que não havia muito que pudesse dizer naquela hora. “Que situação! O que vou fazer? Até quando pretendem eles me ‘prender’ aqui?” E foi daí que percebeu que reconhecia pelo menos um deles. Ele havia mudado bastante desde a última vez em que o vira, mas não o suficiente para que ela o confundisse.

— Michael? É você mesmo? Nós fomos colegas… Nós éramos amigos. Você não se lembra de mim, Michael? Por que você… Por que vocês estão fazendo isso? O que querem de mim?
Certo ar de desconfiança e um tom de censura mal escondido apareceram nos semblantes dos garotos. O chamado Michael parecia bastante constrangido com as palavras dela. Na verdade ele estava era irado, pois seu cenho franziu e suas feições se contorceram, como que tomado por emoções conflitantes. Já os outros assumiram um tom incrédulo e reprovador. O terceiro dos rapazes falou, então:

— Aí, Michael isso é verdade, você conhece mesmo essa mocinha? Ela sabe o seu nome, diz que é sua amiga… É mesmo?

Agora ele estava quase louco de raiva, parecia que seus olhos iriam saltar das órbitas enquanto olhava para ela indignado. A jovem estava perplexa. O que estava acontecendo ali? Ouvir uma conotação jocosa nas palavras ao se referirem a ela era algo a que estava habituada quando na presença de gente daquela espécie, mas aquele deboche ostensivo e a agressividade gratuita que sofria a estavam aturdindo. E a assustando, mesmo ali, num local que para ela era quase como um segundo lar. Um pesado silêncio tomou conta do lugar por alguns instantes, até que este fosse quebrado por Michael ao responder a pergunta que lhe fora feita:

— Não, cara. Nunca vi essa garota antes! Sei lá como ela descobriu meu nome, mas ela está mentindo quando diz que nos conhecemos. Aliás, mentira é algo bem comum entre todos da sua laia. Amigos! Nunca tive nada a ver com essa gente.

“Por que há tanta ignorância no mundo? Pessoas estúpidas, mal-amadas, rancorosas e ressentidas… Qual é afinal a minha culpa? A de ter nascido? Sou acusada por existir?” Aquela situação já havia ultrapassado quase todos os limites. Uma angústia cresceu em seu peito enquanto olhava a sua volta, a face de cada um, e nos olhos daqueles garotos via algo que só poderia ser definido de uma forma — ódio e desprezo. Sentiu-se vazia então. Naquele momento, toda a beleza que via no mundo, nas pessoas, deixara de fazer sentido. “Por que a humanidade age dessa formal? O que queremos esconder, e de quem? Da sociedade ou de nós mesmos? Por que elegemos culpados em vez de buscarmos soluções? Por que a maior parte dos indivíduos responde com agressão ao que não entende, àqueles que lhes são diferentes?”.
Naquele momento isso tudo já não importava mais. Sentiu seu coração pesar, toda a sua jovialidade fora substituída por uma amarga tristeza. A jovem podia sentir um perigo no ar, diáfano, mas real, embora não compreendesse realmente o porquê de tudo aquilo. E agora, o que iria acontecer? Não podia acreditar que algo de mais grave pudesse lhe ocorrer, pelo menos não ali. Mas como iria sair daquela situação? E então, como em reposta à sua pergunta não formulada, ouviu alguém falar às suas costas:

— Muito bem, muito bem, o que está acontecendo aqui? Vamos, vamos… Desaglomerem logo, andando, andando!

Era o Sr. Wilkins, professor de História Ocidental e Coordenador Disciplinar quem vinha pelo passeio, agitado como sempre. Apesar dele sempre ter sido um de seus professores preferidos, não se lembrava de ter sentido tanta satisfação ao vê-lo antes. Ele costuma dizer que ela fora sua melhor aluna, uma das poucas pessoas que conheciam História Antiga quase tanto quanto ele. Ela pessoalmente pensava justamente o contrário, mas nunca tivera a descortesia (ou mesmo a coragem) de lhe revelar seus pensamentos. Era um homem com cerca de sessenta anos, de mediana estatura e quase tão magro quanto um esqueleto. Vestia-se sempre com a moda, embora com um constante lapso de cerca de dez anos, e, entre outras pequenas peculiaridades suas, contava entre aqueles que jamais se renderiam aos telefones móveis. Dizia que só serviam para que pessoas fossem encontradas, mas a ele ninguém deveria encontrar, pois encontrar pessoas era o seu ofício. Era uma figura bastante curiosa de se ver.

E ela gostava muito dele, com suas excentricidades e tudo, e era com extremo alívio que o vira chegar agora em seu auxílio. Sabia que toda essa situação havia decorrido num espaço de poucos segundos, não mais que minuto e meio, mas mesmo assim, para ela, fora como o decorrer de toda a eternidade. Enquanto ele se aproximava, ela conseguiu “romper” o cerco entre dois dos garotos (os que lhe pareceram ser os menores) e se encaminhou na direção do professor. E lá vinha ele, gesticulando os braços de forma afetada e (como sempre) falando, falando, falando…

— Meninos, eu já não lhes disse algumas vezes para não andarem por aí importunando os outros alunos? Vocês não deviam estar agora em algum outro lugar, fazendo alguma outra coisa, quiçá até mesmo estudando, quem sabe? É uma boa opção como passatempo eventual, posso lhes garantir com certeza. Vocês deveriam experimentá-lo um dia desses!

— Mas Professor, nós só estávamos conversando um pouco com uma amiga. — falou aquele que ainda não tinha se manifestado — Há algo de errado nisso?

— Hunpf! Sei bem, nasci ontem. Acontece, meu caro, que este não é o lugar, nem este é o momento adequado para quaisquer tipos de conversas, por mais “amigáveis” que sejam. Além do quê, a sua “amiga” eu conheço, ela estuda nessa ala, enquanto que por sua vez, vocês não, e eu nem mesmo os conheço pessoalmente! E até prova em contrário, o fato de se encontrarem em um lugar a qual vocês não pertencem, em um momento em que deveriam estar em um lugar diverso, significa necessariamente que em algum outro lugar, ao qual verdadeiramente vocês pertencem lá suas presenças não se encontram, ou seja, nos seus casos há uma pequena discrepância na alocação do tempo e do espaço que precisa ser solucionada, não concorda? Logo que então solucionemos rapidamente tal dilema, andem logo, em frente, circulando, circulando!

Os garotos foram se retirando lentamente, e ela parou ao lado do professor enquanto saíam. Antes de virar-se e partir, porém, o grandalhão lhe dirigiu um sorriso e lançou-lhe um acintoso gesto, tocando os lábios com a ponta dos dedos e depois dirigindo o braço em sua direção. Um calafrio percorreu sua espinha, e naquele momento soube que não era a última vez que ela o via…

Voltou à realidade com o Sr. Wilkins chamando por seu nome. No princípio a voz do professor lhe parecia distante, como se a mente da jovem houvesse se transportado novamente para algum lugar distante, perdendo-se em devaneios e conjecturas, como lhe era tão costumeiro. Mas em dado momento ela lhe respondeu:

— Não Professor, eu estou bem, de verdade. Tirando o constrangimento, nada de mal me aconteceu.

— Mas poderia ter acontecido, minha querida, poderia ter acontecido. Você gostaria de registrar uma ocorrência sobre o caso?

— E alegar o que, intromissão no meu direito de ir e vir? Não, Professor, eu não acho que valha a pena. Agora preciso ir, já perdi tempo demais. Mas o senhor deu mesmo um jeito neles, hein?

— E o que eles poderiam fazer? Não fiz nada, minha cara, se não estivéssemos na UCL o efeito das minhas palavras teria sido o mesmo do zunido de uma mosca. É por isso que ainda acho que você deveria fazer uma reclamação formal. Por Constrangimento, Ameaça e Discriminação Racial, só para começar. Esses moleques estão cada vez mais atrevidos, minha querida, qualquer dia ninguém mais vai conseguir pará-los!

— Qualquer coisa que eu faça só vai piorar a situação, sei bem o que lhe digo. Deixe estarem, eles não farão nada de grave contra uma aluna. E bullying é algo com o que já estou acostumada.

— Espero que você esteja certa, no final. Mas, infelizmente, sinto que você não está. Eles vão continuar minha querida, eles não a esquecerão.

Ela permaneceu calada por um instante, refletindo sobre o assunto. Sabia que ele tinha razão, mas também sabia que não podia fazer nada. Dar tempo ao tempo era só o que lhe restava.

— Desculpe-me Professor, mas preciso realmente ir. Obrigada, muito mesmo.

— Vá então, não se atrase mais.

Ela despediu-se mais uma vez e entrou finalmente no prédio, com mais de dez minutos de atraso. O Sr. Wilkins permaneceu ali mais alguns instantes, ainda com um amargor na garganta. “Nazistas!” Pensou ele. “E ainda se dizem britânicos! Meu pai lutou na Batalha da Inglaterra . Ele morreria se visse no que essa juventude está se tornando, exatamente igual àqueles carniceiros. E essa pobre menina, tão inteligente… Nem sempre haverá alguém por perto quando esses selvagens aparecerem. Quem vai protegê-la? Tudo isso só por que ela é… Espere um momento! Protegê-la? Inteligente? Mas é claro!”. E lá se foi o Senhor Wilkins, agora sim ainda mais agitado do que nunca…

— Preciso falar com a Southerand! Mas é claro! Era óbvio desde o início!

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