O Invisível IV: Distúrbio

24 de Outubro de 2011 TFJ Contos 969

O Invisível IIII:


Distúrbio


“Come, come, fly into my palm
And collapse
Oh, oh, suppose you'll never know”
*******************************************
“Venha, venha, voe na palma da minha mão
E colapse (desmorone)
Oh, oh, supostamente você nunca saberá”
Cosy in the Rocket (Grey’s Anatomy Theme), Psapp



Já amanhecia e aquela havia sido a noite mais louca da sua vida. Pelo menos até aonde ele podia se lembrar. Ele olhava para o forro de madeira envernizada do teto, no ar, podia ouvir a voz de Emma Shapplin cantando “Cuor Senza Sangue”. Não sabia quantas vezes já ouvira reiniciar o álbum “Carmine Meo”, colocado em repeat pela garota. Nem de como sabia o nome do disco ou que fosse Emma Shapplin uma soprano francesa de nome pretensamente inglês, e cantava em italiano e latim... Mas o incômodo se fazia em ele saber quem era ela, e não saber como o sabia. Estavam no que era um dos amplos quartos de um grande apartamento de quarto andar, num dos antigos prédios de tijolos avermelhados de Waverly Place. A bandagem desaparecera, não fazia idéia de onde houvera ido parar, e não sentia a menor falta dela, sua cabeça já parara de doer. Deveria dormir, porém não sentia sono. Olhava para a garota agora a ressonar com a cabeça repousada em seu peito e o braço direito por sobre a barriga dele, e passou a observá-la nua à luz dos primeiros raios de sol que banhavam o quarto através das cortinas claras.

Seu braço direito, a parte direita das suas costas e a frente do seu tronco eram os únicos lugares do seu corpo onde pelo menos uma tatuagem não podia ser vista. Ele não entendia como ela conseguia dormir com aquela quantidade enorme de piercings, apesar de seu sono não ser nada calmo. Ele era turbulento, agitado, ela parecia sofrer de apnéia ou algum outro distúrbio, tinha sobressaltos e constantemente virava-se na cama. E era grande e confortável aquela cama sem cabeceira onde se punha um alto colchão de molas, recoberto por lençóis claros de cetim. Avaliando pela aparência da jovem, jamais ele imaginaria que ela vivesse dessa maneira. Esperava que seu quarto fosse todo decorado com motivação lúgubre, repleto de pôsteres e cartazes de bandas, e o que via ao redor era o exato oposto dessa idéia. Era um ambiente requintado o daquele quarto, mesmo beirando o luxuoso. Todos os móveis eram bem trabalhados, no chão havia vários tapetes e, na parede onde deveria ficar a cabeceira da cama via-se um enorme quadro estampar a face de Marilyn Monroe. Ela virou-se uma vez mais na cama, e ele então se decidiu por levantar. Não sentia sono, mas fome sim.

No caminho do banheiro parou diante de uma das janelas do quarto, que davam para Washington Square Park, e olhou por entre as cortinas. Nevara durante a noite e do outro lado da janela ele via o coração do Greenwich Village pintado de branco, desde as copas das árvores tudo estava alvo, pouco contrastando com o céu cinzento e de nuvens baixas que se exibia naquele amanhecer sombrio. Estavam no inverno, disso não havia dúvida. Quanto tempo ele passara naquele hospital? Um ano inteiro? E como saíra de lá? Será que ele não estaria louco, perdido dentro de uma enorme alucinação? Procurando afastar esses pensamentos, entrou no banheiro do quarto, outro espaço amplamente sofisticado, e impressionantemente moderno para a arquitetura daquele lugar. Um enorme balcão de mármore negro rajado de branco com uma enorme cuba e uma torneira dourada de duas temperaturas apoiava-se sobre um grande e robusto armário de madeira azul-cinzenta, bastante escura, e tal combinação de cores era a tônica do ambiente. Cobrindo a parede sobre o balcão ele via um enorme espelho, e a imagem que via refletida nele lhe impressionava, mas sem chegar a causar-lhe verdadeiro espanto.

Via um homem bastante alto e esguio, de ombros largos, braços, pernas e mãos compridas e algo musculoso, sem hipertrofia. Não podia dizer que se auto-reconhecesse realmente naquela figura, contudo ela não lhe parecia de forma alguma a de um completo estranho. Seu cabelo era castanho, ondulado e comprido até os ombros, fato que não lhe causou estranheza depois de constatado. Seus olhos eram também castanhos, um pouco mais escuros do que os cabelos, no seu rosto via-se uma barba rala de dois dias e seu nariz era bastante pronunciado, e exibia os evidentes sinais de que já fora fraturado. Na sua sobrancelha esquerda havia uma falha, indicando um supercílio rompido no passado, bem como uma pequena cicatriz no malar direito. Talvez fossem todas seqüelas do acidente, embora aquele sujeito lhe parecesse à primeira vista do tipo brigão, pensou ele. Daí teve um sobressalto, e apressou-se em olhar para as suas orelhas, que estavam escondidas nos cabelos, e foi com alívio que percebeu que elas eram sólidas e possuíam suas saliências normais. Por alguma razão, imaginar-se rolando pelo chão agarrado a um marmanjo suado não lhe pareceu uma atitude verdadeiramente máscula, e ficou satisfeito ao perceber que não parecia ser esse o seu caso.

Tinha bastantes pêlos no corpo e algumas cicatrizes, nenhuma aberrante, não tinha nenhuma tatuagem, piercings ou mesmo furos nas orelhas, no geral não notava nada que verdadeiramente lhe impressionasse. Contudo duas coisas o incomodaram de verdade e diziam respeito à hipótese de haver passado muitos meses, inconsciente, em um hospital. Apesar de não aparentar ser verdadeiramente “atlética”, a forma física que apresentava seria absurda de se imaginar apresentada por alguém que tivesse passado por tal situação. E o mais grave... Não podia ver qualquer cicatriz no seu joelho direito, nem mesmo a remanescente de uma única cirurgia que fosse. Essa era uma das poucas certezas que tinha ele, a da gravidade daquela lesão que tivera. Era-lhe impensável que aquilo pudesse ter sido curado sem intervenção cirúrgica. E o mais assombroso de tudo: a cicatriz redonda sobre seu abdômen ainda estava rosada, aparentava mais um ferimento que houvesse acabado de fechar, nunca uma marca de meses de idade.

Porém não iria ficar remoendo o inexplicável, logo, logo, teria de encontrar respostas críveis para todas essas questões. Apressou-se em tomar logo seu banho, pois sua fome aumentara. Saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cintura e imaginou que devera ter-se demorado mais do que imaginava, pois a garota, de quem ele nem sabia o nome ainda, não estava mais deitada, e o aparelho de som fora desligado. Melhor, poderia saber com ela se não teria uma escova de dentes que ele pudesse utilizar. Saiu do quarto e percebeu que a calefação parecia funcionar tão bem nos outros aposentos quanto naquele quarto e no banheiro. Em plena nevasca, seria possível tranquilamente andar-se nu por todo aquele apartamento. Isso era incrível, quanto mais andava por aquele lugar, ainda mais agora, sob a luz do dia, mais impressionado ficava. Tirando uma ou outra inserção moderna, todo o apartamento parecia ter sido decorado ainda nos anos cinqüenta. Todos os móveis pareciam datar dessa época, até os inúmeros tapetes de diversas formas e tamanhos, até as luminárias, até o papel de parede. Era mantido em uma limpeza impecável, o chão de tabuões brilhava de tão lustrado, parecia mais a casa de uma velha que a de uma jovem metida à rebelde.

Aquele lugar parecia um túnel do tempo, e olhando para uma grande estante, percebeu o que realmente lhe intrigava mais naquele lugar e também encontrou a explicação para a associação de idéias que seu subconsciente buscava fazer, sem sucesso até então. Olhando as diversas prateleiras percebeu que sua memória literária estava perfeita e era fantástica, ele conseguia classificar a maioria daqueles escritores por estilos, havia muito mainstream misturado a autores há seu tempo undergrounds, ou quase isso. Ou muito isso, até. Por exemplo, ao lado de Simone de Beauvoir, Sartre, Neruda, e Joyce, é claro, também via nomes como Grinsberg, Burroughs, Kerouac, Diane di Prima e até Hedwig Gorski. Ao lado de Shelley, esse elenco todo traçava uma amostragem na verdade muito plana, e poderia sozinho explicar toda aquela ambientação, pois remetia diretamente à era onde o Greenwich Village tornara-se um dos pólos do movimento Beat, que era o pai dos Hippies e avô dos Punks. Poderia admitir também que ela simplesmente morava na casa de alguém que a decorara naqueles tempos, um avô ou algum outro parente antigo, talvez, e a ela só acrescentara ao lugar alguns elementos. Isso se tudo o mais também não parecesse fazer sentido, agora.

Aquela garota tinha todo jeito de beatnik, essa concepção explicaria todas as suas atitudes esquisitas. Desde seu visual over de punk/intelectual/poser, bem como explicaria até o fato dela aparentemente ser bissexual. Eles não haviam bebido nada até agora nem usado drogas, contudo, excetuando-se isso, todo o resto compunha perfeitamente o estereótipo. Sem contar que na cama ela era um verdadeiro monstrinho... Ele apostava que a garota era uma daquelas ricaças, jovens solitárias sem família e de auto-estima baixa, que gastam fortunas para criar mundos fantásticos e viverem dentro deles. Era o que aquilo tudo lembrava a ele, como de resto tudo mais naquela garota... Um enorme, caro e elaborado fake. Andando pelo apartamento chegou à cozinha, e por todos os lugares onde andou o único sinal dela que viu foi um exemplar do Times sobre a mesa da cozinha. Contudo até isso poderia ser coincidência, provavelmente ele nem fosse de hoje, afinal de contas, duvidava de que ela saísse, pegasse um jornal, retornasse e saísse novamente... Com displicência pegou o periódico e passou os olhos pela capa, e o que viu logo de cara o obrigou a sentar-se, perdera completamente o rumo.

Na capa estava estampada em destaque a notícia sobre um caso de fraude em um grande fundo de pensões, que já causara um prejuízo de bilhões e era a notícia do momento, nada de novo, na verdade. E esse era o problema. Esse caso era rumoroso sim, mas na época do seu acidente! E não deixando a mínima dúvida do que significava, lá estava ela, a data de hoje: 20 de dezembro de 2003, sábado. E imediatamente seus olhos voaram para uma manchete menor, que dava conta de um tiroteio ocorrido no Harlem, que acabara resultando na morte de dois policiais. Apressado, foi até a página correspondente e leu a notícia toda. Um casal de ladrões assaltara a um importante negociante de arte enquanto ele se dirigia a uma reunião, e acabara se envolvendo em um tiroteio com seus guarda-costas. Nesse primeiro incidente foram baleados dois dos seguranças, o próprio marchand e o homem que compunha o casal de assaltantes. O homem, ainda não identificado, morrera no local, assim como um dos seguranças, estando tanto o negociante quanto o outro guarda-costas, ambos internados agora no Hospital Monte Sinai, em estado grave. A companheira do assaltante conseguira evadir-se do local, levando consigo uma obra de arte de natureza ainda não revelada, embora posteriormente fosse perseguida por policias que faziam patrulhas rotineiras e haja se envolvido em novo tiroteio, dessa vez com os policiais, quando fora interceptada por uma segunda patrulha. Acabou ela também sendo morta, numa troca de tiros com a polícia que causou também a morte de dois policiais, restando um terceiro ferido, também gravemente. Ela continua não-identificada até o momento.

A obra de arte roubada não pôde ser recuperada e a polícia agora procura por um suposto terceiro componente do grupo, um homem que aparentemente envolveu-se em um acidente de trânsito durante a fuga dos criminosos, e que de alguma maneira conseguiu fugir do hospital onde estava internado, sob custódia do Departamento de Polícia. Suspeita-se que a obra esteja em seu poder e, devido ao comportamento demonstrado pelo restante do bando, ele é considerado armado e perigoso. A Polícia de Manhattan pede que qualquer colaboração possível para a captura do suspeito seja dada pela população. E havia um retrato-falado acompanhando a matéria. Um retrato-falado dele. Que loucura toda era aquela... Isso só podia ser piada... Era um sonho! Sim, um sonho! E beliscou-se, mas isso não teve o efeito de fazê-lo despertar. Então era piada! Ele sofrera sim um acidente, mas não haveria modo de ele estar curado no dia seguinte! Mas... Quem faria uma piada dessas? A garota? Como? Por quê? Por falar nisso, onde estava ela, afinal? Entretanto talvez o melhor nem fosse vê-la, realmente... Ele precisava entregar-se para a polícia, esclarecer essa situação toda. Embora nem ele soubesse esclarecer coisa alguma. Dois policiais mortos, outro ferido... Será que ele teria mesmo a chance de se entregar? E de novo aquela sensação estranha voltou a passar pela sua cabeça. Ela lhe dizia que não, ele nunca conseguiria fazer isso. Esse pensamento fez com que um calafrio percorresse a sua espinha, e outra suspeita também atravessou seu cérebro. E aquela garota esquisita, onde estava ela agora? Num ímpeto levantou-se e dirigiu-se na direção oeste da casa, algo o conduzia para lá.

Num aposento contíguo, havia uma escada em caracol, que descia para o andar inferior. Percebeu então a amplitude daquele apartamento. Já notara que ele ocupava o andar inteiro do prédio, porém só agora percebia que ele era na verdade um duplex. Olhava para escada à sua frente, e a mesma sensação que lhe dissera antes para não entrar naquele vagão do metrô, agora lhe dizia para que descesse aqueles degraus. Ele os desceu lentamente, silenciosamente, e avançou na direção de uma porta que estava aberta, que dava para uma sala que se voltava para frente do prédio. Pé ante pé, aproximou-se da porta, sem fazer barulho algum, controlava até mesmo a sua respiração. Algo lhe dizia que não deveria, de maneira nenhuma, surgir imediatamente diante da porta, e por isso esgueirou-se pelo lado e vislumbrou o interior da sala com um canto de olho. Era uma sala branca e bem iluminada, cortinas claras cobriam toda a parede da frente, sem impedir a luz do Sol de penetrar no aposento através das janelas. Fora isso, tudo o mais naquela sala era completamente sinistro. Pedras de formato estranho formavam um grande círculo dentro da sala quadrada. No interior do círculo de pedras, concêntrico a ele, outro círculo estava pintado no chão com tinta negra, e dentro dele podiam-se ver dezenas de glifos. Uma figura igual estava pintada no teto, que à exceção do ponto onde a figura se encontrava, era branca, como todas as paredes e o piso.

No centro do círculo de pedras estava a garota, ajoelhada e sentada sobre seus calcanhares, ainda nua, e ele a ouvia recitar uma espécie de ladainha, em algum idioma que ele não entendia. Naturalmente toda a cena deixou-o alarmado, porém uma sensação lhe dizia que não deveria interromper o ato que via, nem deixar aquele lugar, por enquanto. Em dado momento a garota falou algo em voz alta e usou uma faca que segurava na mão direita, de lâmina brilhante, recurva e muito estreita, para cortar o seu antebraço esquerdo, e o sangue que escorria recolheu em uma espécie de tigela prateada, a qual não podia saber de onde estava se já continha ou não alguma coisa dentro. O que aquela maluca estava fazendo? E o que testemunhou em seguida o deixou ainda mais espantado. Agora, na mão direita dela, ele via o que parecia ser uma mecha de cabelo, que ele adivinhava a quem houvesse pertencido, embora não compreendesse sua intenção ou o significado daquele gesto. Ela jogou a mecha na tigela, falou mais alguma coisa e imediatamente o conteúdo da tigela incandesceu, criando uma labareda relativamente alta, de cor avermelhada. Aquela sensação lhe dizia que agora sim ele definitivamente deveria deixar não só o local, mas como aquele apartamento.

Refez o caminho de volta da mesma maneira que ali chegara, lentamente galgando os degraus de mármore da sólida escada de ferro fundido. Chegando ao segundo andar apressou-se em retornar ao quarto, onde encontrou seus pertences ainda espalhados pelo chão e vestiu-se o mais rápido que pôde, embora em momento algum perdesse a tranqüilidade. Em instantes se dirigia à porta por onde entrara horas antes ele, agarrado àquela mulher, que era agora não tinha dúvida de ser terminantemente doida. Não via sinal de que houvesse ela retornado, o que era melhor, pensou. Quanto mais cedo saísse dali, melhor, de preferência sem ter de encontrar de novo aquela maluca. Ao passar novamente pela cozinha, que era no caminho da saída, reparou uma vez mais no jornal sobre a mesa da cozinha. Nem notara antes, de tão apalermado que ficara com a notícia que lera, mas na capa do jornal havia uma etiqueta, era um exemplar de assinante.

— Amanda Reznik. — leu ele na etiqueta — Pelo menos acho que já sei o nome dessa esquisita.

E saiu tranqüilo do apartamento, atravessando calmamente a porta da frente. A sensação que agora o acompanhava lhe garantia a segurança de que aquela atitude, entre todas as possíveis, era a melhor a ser tomada, sem sombra de dúvida. Tomando o antigo elevador, em poucos instantes estava na rua, que tinha suas calçadas vazias àquelas horas, voltara a nevar há pouco. Levantando a gola da jaqueta e colocando as mãos nos bolsos, seguiu a leste, na direção da Universidade, apressando seu passo o mais que podia sobre a neve da noite que voltava a acumular. Precisava encontrar logo uma delegacia e entregar-se, e não se lembrava de conhecer nenhuma por ali. Havia o risco de que algum “acidente” ocorresse com ele antes que a situação fosse esclarecida, principalmente por não possuir nem saber o paradeiro de nenhuma obra de arte, mas sabia que fugir da polícia seria pior ainda. Não andara até a esquina quando foi repentinamente abordado por um homem usando roupas escuras que aparecera não fazia idéia donde, e que, embora fosse mais baixo do que ele, muito mais corpulento era o estranho. E carregava uma pistola na mão, que pressionou com discrição contra o seu fígado, ordenando calmamente que o acompanhasse. E as coisas só melhoravam a cada momento... Pensou Henry resignado, obedecendo à ordem do sujeito. Ainda nua e sentada no centro da Mandala, com os braços pendidos ao lado do corpo, parecendo estar em transe, com o ferimento ainda a sangrar e segurando o punhal na mão direita, Amanda aparentava estar ciente de tudo o que ocorria na rua, sorria um sorriso debochado e exibia um olhar maldoso nos seus olhos violáceos. Tudo acontecera exatamente como ela desejava, o “gostoso”, termo que ela vinha usando quando pensava em Henry já há algum tempo, estava agora exatamente onde ela o queria. Agora sim a diversão podia começar...


*****
Continua...

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