Dois meninos, gêmeos, idênticos por fora, completamente diferente por dentro. Enquanto um brincava sorridente como uma criança normal de sua idade, o outro era calado, sério, aparentava tristeza profunda.

Quando um dos dois chegava ao ápsie do espírito de sua personalidade, o outro sugava o excesso dele derramado.

A vida deles separados não seria possível. Se solitários, morreriam de overdose de seus bons ou maus sentimentos. Equilíbrio é sinônimo de vida para eles.

Esses dois meninos moram dentro de mim.