O Escuro da noite - Parte II

17 de Agosto de 2013 FKarvalho Contos 848

O Despertar
(Destruição – Parte 2)


"You're my healer, I am lovelorn
In the cool breeze I hear your sweet voice
I'm your treasure, I am forlorn
In the rain I feel your warm tears"
l
eaves eyes – lovelorn
video://migre.me/fJd59

Thiago vamos, venha a areia e branquinha do jeito que a gente viu no site, tira o sapato anda logo. Deixa de ser lerdo. – Helena correu em direção da água ela parecia uma criança fazia um bom tempo que eu não a via tão feliz, ela nunca tinha ido a praia e já estava com dezesste anos so tinha visto em fotos e na internet. A muito eu não pisava na areia a ultima vez que me lembro eu tinha nove anos, e fui queimado por uma água viva logo assim que adentrei o mar aquilo defintivamente me fez perde a vontade e como doía ficava com o braço ardendo era chato para dormir fiqueis alguns dias assim. O vento, o sol no rosto fazia valer aquele momento enquanto Helena brincava na água com a descoberta de um novo brinquedo. Fui em sua direção, ela estava a poucos metros, mas estranhamente a cada passo que dava parecia que ela ficava mais distante eu a ouvia me chamando, dizendo meu nome mas ela não conseguia me ouvir, escutei suas risadas quando a onda queboru em suas pernas. Mas ela não escutava quando eu a chamava. Comecei a aumentar os passos, e quando vi estava correndo. Mas não adintava ela se distanciava cada vez mais. e o escuro da noite surgiu novamente a mulher dos olhos negros surgiu caminhou em direção de Helena, eu griitava cuiado helena, cuidado atrás de voce, sai daí, o desespero era forte. Eu vi o punhal surgindo na mão da mulher esguia e logo em seguida Helena sendo atingida e ela caiu de joelhos. Eu vi o medo em seus olhos, eu gritava por seu nome, eu corria cada vez mais rapido eu me sentia ipotente, inútil e deseperado. Fechei meus olhos, respirei fundo e tentando me concentrar para clarear os meus pensamentos na temtiva de fazer algo mas quando abri meus olhos novamente o punhal estava em minhas mãos e as ondas que batiam na minhas pernas estavam vermelhas, rubras como o sangue que escorria de Helena, que agora estava ajoelhada diante de mim. O choque me fez soltar o punhal e aos poucos me senti sendo sugado, como se estivesse despertando. Acordei gritando por Helena. Em minha volta estava o Tarso meu amigo e que já levantou e chamou a Dani, dizendo “– ele Acordou, Dani, vem rápido, anda” ela estava falando com o medico. A luz branca da sala era muito forte fazendo que eu apertace os meus olhos. A Dani entrou na sala e de imediato me abraçou. Ela era a única família que eu tinha, filha da esposa do meu pai, ambos falecidos e nos fomos criados juntos desde pequenos, era bom estar ali com ela. Mas eu não me lembrava o por que de estar ali, ou o que estava acontecendo , minhas mãos pareciam ter queimaduras, ela dizia que iria ficar tudo bem e Tarso me abraçou tambem e aos poucos o sonho foi surgindo novamente e me perguntava quem era a menina que estava comigo?.


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