Seus olhos não brilham mais, mas os meus também não.
Tudo o que tínhamos foi consumido.
Consumido pelo medo, ciúmes e por cima pela doença chamada amor.
Não era amor saudável era amor doentio.
Tão doentio que levou tudo o que tínhamos e o que sentíamos.
O que eu sentia.
Não era mais agradável, Não era mais belo.
Era um peso, uma farpa no meu dedo, uma queimadura.
Não sei quando começou a morrer o sentimento, mas me lembro de quando ele nasceu.
Mas agora isso não importa.
Não podemos fazer mais nada, nem ter um ao outro de novo.
Machuca, mas passará o mais rápido que puder.
Não quero saber, só quero ficar na paz.
Voltar para o começo e apetar o botão começar quando for à hora.