Passava das doze,o poeta estava ainda acordado,pois não conseguia parar de pensar e isso mantinha o sono muito distante,quando de repente sua mão começou a se movimentar sem querer. Em um passe de mágica ali se iniciava a criação de um poema,um dos mais bonitos porque falava dela,a sua delicada pequena.
Dois quartetos de amor,dois tercetos de beleza e em todos os versos e estrofes sempre trazia ela,sua eterna princesa. Depois de tanta inspiração concretizou-se um soneto,daqueles que muito emocionam e enchem de orgulho o peito.
Ao terminar o poeta resolve ir dormir,para que com ela,a sua amada pudesse sonhar,após uma noite de sonhos ele acorda,pega seu caderno e ela lá está. Depois de na noite o poeta escrever,consegue ela, lindamente eternizar.