Entardecer 



À
medida que à tarde de domingo transcorria. Alina Rosa Silva sentia como se
tivesse sido atropelada por um cavalo. Estava aos cacos. Um dos cervejeiros  da Cervejaria Jaguatirica, Carlos Cavalli
havia entrado em contato com ela para a divulgação da Cervejaria Jaguatirica.
Marcara um encontro para falarem um pouco mais sobre cervejas artesanais na
casa de Daniel Cavalcanti, colega de Carlos Cavalli na segunda feira seguinte
ao dia de Ação de Graças, e logo que ela o conhecera por telefone, sentiu uma afeição
por Carlos Cavalli e o bem estar de sua voz causava desejo de conhece-lo e até estar
em companhia dele. Agora estava curiosa para ver Carlos Cavalli e suas ideias.
Fora um enigma para ela, durante anos quisera muito conhecer um homem mais de
perto como Carlos Cavalli. Nunca dera certo o encontro com um homem sério que
leva a vida a sério, respeitador e digno de considerações.  Assim ela sentiu ao ouvir a voz de Carlos
Cavalli. Por fim estava marcado o encontro e mal podia esperar para vê-lo,
estava apaixonada, pode-se dizer, por seus encantos, modo de falar, de pensar,
curiosa para ver seu modo de se vestir, e imaginava um porte de um homem
refinado e atleta. Que não se decepcionou quando o conhecera pessoalmente.



Na
conversa por telefone com o avô, José Rosa Silva comentou que havia conhecido
por telefone Carlos Cavalli, que o telefonou na sexta feira para um encontro
profissional na segunda feira após o dia de Ações de Graças que lhe tinha
despertado algo especial por aquele homem, pela voz que ouvira e logo após a
conversa que tivera com o pai Fernando Rosa Silva mais cedo naquele domingo de
Ações de Graças e eles sugeriram que ela o trouxesse para sua casa para o
conhece-lo e apresentar a família. Quem sabe que seria aquele homem um bom
partido para Alina. Mas Alina Rosa Silva temendo está errada e perder o encanto
e o enamoro do rapaz. Preferiu deixar o encontro como estava. Carlos Cavalli sempre
recebera muito bem os amigos e todos que conhecera. Carlos não mencionou a sua
família que receberia Alina Rosa Silva na casa de Daniel Cavalcanti e não no
escritório, por ser mais agradável e confortável que era uma mansão em beleza e
conforto. Por outro lado Alina Rosa Silva era uma moça meiga, inteligente,
afável e nunca criticava ou fazia perguntas que deixassem as pessoas
desconfortáveis. O relacionamento de Alina Rosa Silva com o avô sempre havia
sido fácil, acolhedor e caloroso. Sendo incrivelmente simpático, e Alina Rosa
Silva nunca conhecera alguém que não a amasse, homem, mulher ou criança. Mas a
vida e o casamento prematuro de Alina Rosa Silva com Audrey Castanhera não
correram bem como os dos pais de Alina Rosa Silva e os erros que cometera lhe
custaram caro. Uma rejeição e hostilidade por parte de Alina para com os
pretendentes de um novo casamento ou um novo momento amoroso  e íntimo de alegria. Parecia não existir. A
história longa e feliz, nos primeiros anos de casamento. Aspirava-lhe um desejo
e uma ansiedade de encontrar-se com Carlos Cavalli e quem sabe, realizar seu
sonho de voltar a ser plena e feliz. Carlos no intimo desejava constituir uma
família e ter filhos bonitos e saudáveis e Alina Rosa Silva parecia ser a
mulher ideal - mesmo sem se conhecerem já sentiram um clima de boa amizade pela
conversa que tiveram ao telefone. - Mas no momento ele queria expor suas ideias
sobre cerveja artesanal da Cervejaria Jaguatirica e como divulgar sua ideia.
Sendo Alina empreendedora de marketing e designes. Ele chegara à conclusão que
estava no caminho certo, em conversar com Alina.



Carlos
Cavalli era um homem másculo, viril, inteligente e educado, um homem com que muitas
mulheres se casariam e viveriam mais de cinquenta anos. Um homem que se poderia
dizer: uma preciosidade.



Ao
chegar à casa de Daniel Cavalcanti, Alina estava fisicamente extenuada e
emocionalmente exausta. Por tanto trabalho. Mas o namoro do olhar de Carlos
Cavalli para com ela a fazia feliz. Modo natural de Carlos Cavalli. Era como se
algo mágico os trouxesse a esperança de momentos melhores para ambos os
profissionais que sonhavam mais alto. Então por instantes os olhos de Alina
Rosa Silva brilharam e afáveis o admirou ternamente. Por sentir um ar de
sucesso - enquanto Carlos explicava seu projeto de trabalho. - Que Carlos Cavalli
percebeu que havia encontrado uma mulher que seria mais que uma profissional em
suas ideias sobre sua Cervejaria Jaguatirica, uma mulher para se viver
cinquenta anos sem se queixar. Em meios aos encantos  e admirações profissionais que converteram em
afeição de ambos de modo comedido, parecia uma loucura comedida e sutil. Na
medida que, continuava a conversar profissional. Houve um pacto de amizade
institivamente bom e mais forte em Carlos Cavalli que o lance um acordo
trabalhista entre ambos e sem se darem conta após a assinatura do contrato de
trabalho, estavam de aperto de mãos e abraços resultando em um beijou no rosto
de Alina, com vontade de beijá-la novamente, num impulso animal. Mas se
controlou. Quando se dera conta, Carlos Cavalli, que o assunto em pauta era a
publicidade da Cervejaria Jaguatirica. Então ambos fizeram planos e combinaram para
a noite seguinte, um novo encontro.



Alina
Rosa Silva estava feliz. Por conhecer o homem que lhe levaria ao bem maior, sua
felicidade. E com sutil, delicadeza e educação esmerada escapou da casa de
Daniel Cavalcanti, amigo de Carlos Cavalli, para não o cansar com suas
planilhas e folders de divulgações. Pois estava em seu limite para se entregar
aos abraços dele e deixar-se ser beijada tão docemente e impulsivamente. – pelo
desejo desenfreado de ser amada que, já há muito tempo não sentia tanto desejo
de ser feliz. - Ela saiu da casa de Daniel Cavalcanti, pensando. Ele é tão
bonito e parece tão saudável, másculo, viril, cheio de vida em minha frente,
explicando seus assuntos. Era um belo espécime do gênero masculino.



Alina
pensou ao sair da casa de Deniel Cavalcanti, às vezes acho que sou a última da
minha espécie. Que desiste de no primeiro encontro travar um acordo e um futuro
casamento com uma pessoa esplendida capaz de ter ideias geniais e um amor
implacável. Muitas vezes me pergunto se esse não é o motivo de minha vida ter
sido como foi.



A
sorte está para mim, dizia Alina. Ouça isso primeiro, dê vazão ao seu sonho de
ser feliz, de um jeito confuso e vago, como um som embaixo d’água. Demorou um
instante para perceber que alguém estava dizendo seu nome. Mas isso não era
possível. Para ela. Mas Carlos Cavalli  a
chamava atrás dela, pois esquecera sua pasta de folders em sua mesa; e Carlos a
chamava. Ao olhar para trás viu Carlos correndo em sua direção com a pasta na
mão. Então sentiu uma alegria impar ao vê aquele homem que lhe despertou
impulsou que julgava esquecidos e desejos e um bem estar maravilhoso que não
resistiu e o beijou em sua boca com gosto e odor de menta. E Carlos que não
esperava aquela atitude como um impulso reciproco respondeu abraçando a e
beijando a fortemente e em instantes seguintes se repelirão e sem o que falar, Carlos
disse: você esqueceu isso.



-
Ah! Sempre esqueço algo aonde vou.



-
Não faz mal... Então nos encontramos amanhã, terça feira, a noite no
Restaurante Madero?



-Sim
e não, talvez...



-
Talvez por quê? Já tem outro compromisso, podemos marcar outra visita em algum
outro lugar! Talvez?



-
É que essa semana... Estou muito atarefada e não posso me desviar do meu foco
de trabalho. Que costumo continuar em casa, quando chego do trabalho. Para não
perder a ideias que fogem e escapam como areia do mar entre os dedos.



_
Qual a importância disso, antes de nosso primeiro encontro eu já sabia que,
haveria outros encontros. Pois sua dedicação, sensibilidade artística em
marketing e publicidade casa com os meus projetos para minha cervejaria.



-
Não é isso. É que tenho que pensar, teríamos todo tempo do mundo para
conversarmos. Mas...



-
Você sempre diz isso, no primeiro encontro e, quem sabe no seu primeiro namoro
de trabalho que talvez valha a pena?



Alina
sem conseguir olhar para Carlos, disse: - Não é Isso, é que devemos ir devagar
para que eu reflita, e separe um tempo para elaborar um projeto a sua altura.



-
Então que tal uma jantar? Para começar a clarear as ideias.



-
Está bem, você me convenceu... Vou ao jantar sexta feira. Fica bom para você?



-
Perfeito!



Durante
o jantar Alina o convida para uma caminhada.



_
Você gosta de caminhada?



Sorriu,
desejando poder vê-la mais vezes.



-
Durante algum tempo achei que não teria outra solução se não propor uma
caminhada...



-
Que tal o Bariguí?



-sim.



-
Vivemos o que podemos e o resto nós vedemos. Está bem sábado de tarde.



Enquanto
se saudavam e despediam um do outro, Alina Rosa Silva teve de admitir que,
estava se divertindo. E Gostou da ideia de trabalhar em companhia de um homem
agradável e sensível e de esmerada educação.



E
Sábado chegou e aquele sábado.  Carlos
Cavalli  imaginava que aconteceria um
encontro convidativo para começa uma namoro dando início com  sexo, e um trabalho em conjunto. Que há
tempos não tivera. Mas Aline não quis adiantar o que poderia acabar em uma cama,
seus sonhos futuros, fazendo sexo, que era o que mais ambos queriam.



A
vida na Cervejaria Jaguatirica era parte de sua experiência trabalhista. Para Carlos
Cavalli. Que queria impressionar Alina Rosa Silva empolgada em trabalhar um
novo projeto de sucesso com Carlos.



E
então, Carlos disse, embriagado em desejos carnais, de sexos: - Eu só quero
fazer a diferença, sabe? Sei que não vou conseguir mudar o mundo, mas acho
importante tentar fazer alguma diferença.



Alina
ouvia atentamente todas as palavras de Carlos Cavalli enquanto caminhava no
Parque Barigui. Que a cada passo se via tomada entre os braços de Carlos e
entre beijos se via sem mais, possuída pelo desejo de sexo sobre a grama do
parque. Desejos íntimos que pareciam de ambos. Que comedidos de postavam.



Alina
Rosa Silva conhecia o bastante de seu trabalho com marketing e já imaginava e
propôs: um slogan “Passe um tempo com a cerveja Jaguatirica e fique emocionalmente
feliz”... “Quero dizer não tenho vontade de ir a outro lugar sem a companhia da
cerveja Jaguatirica”... “É vê o céu em sua plenitude beber uma cerveja genuinamente
curitibana, Jaguatirica.”...



Cavalli
cada momento que passava com Alina mais impressionado por sexo ao ver aquele
corpo jovem e escultural, próprio de sua idade tenra, ficava pela sua
capacidade criadora de slogans, designers e marketing em seu diferencial que
criava enquanto caminhavam.



-
E que tal “Se você não quiser ficar, não importa, ficarei feliz,  em companhia da Cerveja Jaguatirica!” ainda
tenho que melhorar...



-
Perfeito!



-
Gostei muito do nosso encontro, mas tenho que ir projetar nossas ideias no
papel. Quer ir comigo ao meu estúdio em minha casa e conhecer meu ambiente
criativo de criação, Cavalli?



-
Com prazer. É um ótimo momento para continuarmos e aperfeiçoarmos nosso
diferencial.



-
Então vamos.



Normalmente,
Rosa e Silva não teria se envolvido. A previsibilidade dos acontecimentos é
quase ridícula de, no segundo encontro profissional diferenciado em uma
caminhada se envolver emocionalmente, mas a carência afetiva e amorosa apreçou
os passos em partes. Mas Alina desistiu de envolvesse com sexo e desejos de ser
amante, ou uma aproximação maior sem antes se certificar qual o rumo melhor.



-
Você mora perto daqui? Carlos?



-
Não muito longe. Um pouco ao norte de Curitiba.



Seus
olhos se encontraram e se fixaram por um segundo. Mais uma vez ambos estenderam
a um impulso prazeroso de afeição e atração reciproca.



E
Carlos Cavalli disse acho que eu gostaria de dizer que foi um encontro profissional
especial e prazeroso.



-
Calma ainda não chegamos ao meu estúdio para a elaboração do diferencial
trabalho. Isso é só um prévio. Não é tão fácil assim. Há muitos especialistas
em marketing da arte da divulgação que passam horas, meses, anos para um
prévio. O que, é claro, leva à questão de como conseguir uma possibilidade de
concretização de um trabalho sustentável. Considerável.



Não
podemos fugir da realidade para sempre, Senhor Carlos Cavalli, precisamos
enfrentar questões mais sérias que um simples prévio, uma amizade encantadora,
um momento de lazer de instantes infinitos. Não resulta em sucesso
profissional.



Carlos
sorriu.



-
Então vamos a questões sérias buscando uma harmonia entre o bom e o agradável,
podemos nos encontrar mais vez. - Pensando em satisfazer seu desejo de sexo e
de amá-la, tal qual um adolescente. - Para criarmos para cada semana um slogan
que crie uma necessidade ao consumidor em consumir cervejas Jaguatirica. A
solidão não ajuda a criar slogans interessantes. Pelo contrário tira as
possibilidades do espirito criativo. O lazer é fundamental. O Sexo é essencial.
O bem estar é importante para dá visão do mundo dos prazeres que as pessoas
buscam.



 O que Carlos Cavalli disse era mais que
verdadeiro do que imaginava Alina. Ela não havia resolvido o que lhe atraia a Carlos
e não estava ainda preparada para um relacionamento amoroso, profissional, sexual
ou amizade. Havia uma barreira invisível do passado. Seu fracassado casamento,
mais o tempo sozinha que vivera, era suficiente para não estar mais acostumada
a dividir nada com ninguém. E a possibilidade de crescer profissionalmente com
a amizade de Carlos Cavalli lhe assustava e a fazia desejar um mundo de sonhos
que ela não acreditava. E que ela estava confusa se acreditasse ou não num
mundo dos bens casados.



-
obrigada por se preocupar, Carlos. Falaremos de trabalho assim que eu puder.
Estou com minha mesa de trabalho cheia. Desculpe-me por falar assim, mas é que
realmente estou atarefada demais, mas vou ter um tempo exclusivo para
conversarmos.



-
Acho sua resposta um tanto como, exatamente, as pessoas infelizes fazem. Que se
esquece de si. Fuga. Um dos melhores jogos dos infelizes. A negação. Estou
falando de uma parceria profissional talvez até de amizade criativa e
emocionante.



-
Ah... Não seja cruel, é que realmente não tenho muito tempo. E aproveito até o
meu lazer para trabalhar.



Para
Alina Rosa e silva era difícil tirar da cabeça as pertinentes lembranças de um
relacionamento infeliz e não queria repetir o erro. Carlos Cavalli, naquele
momento destruir todas as defesas de Alina e deixava-a desprovida de argumentos,
para que pudesse inspecionar cada poro de seu corpo e mente. Esse exame
detalhado era intolerável para Alina. E mas os julgamentos sobre sua vida só a
fazia repelir mais o envolvimento com Carlos Cavalli.



Carlos
Cavalli sempre muito simpático e sensível percebeu o desejo de Alina de
afastar-se. E respeitou e não falou mais nada até chegar ao estúdio de Alina,
na casa dela. Agradeceu a companhia do passeio no Parque Barigui e esperou Alina
- que houvera o convidado para o estúdio, - convidar para entrar. Alina
retribuiu o bem estar com Carlos lhe beijando no rosto e disse – falaremos em
seguida, assim que eu tiver um tempo maior e concretizar melhor os slogans lhe
telefonarei para tratar as ideias e aperfeiçoar o original, a necessidade de
consumo. Falando nisso que tal “ o original é a necessidade de consumo”



-
Perfeito!



Na
segunda feira, após o almoço Alina telefonou para Carlos Cavalli comunicando
que havia já feito os slogans e que se fosse possível ele fosse ao estúdio dela
em sua casa na rua: Cocais dos Índios, 44 na área nobre de Curitiba. Ele
concordou, ela era notavelmente linda além de muito prática e profissional.
Tinha concretizado os slogans. Carlos que a observava enquanto ela exponha seu
trabalho. Acordou um contrato por dois anos. Para suas divulgações e
instigações ao consumo de cervejas artesanais da Cervejaria Jaguatirica. Seu
sucesso logo conquistou os grupos seletivos de Curitiba. Que com empolgação não
só consumiram e passaram a consumir mais cervejas Jaguatirica, como passaram a
querer cursar cursos como fazer cervejas artesanais, com originalidades,
realizados pela Cervejaria Jaguatirica.



Carlos
Cavalli não se deteve mais que o suficiente nos detalhes legais, explicando do
que se tratava à medida que prosseguia. A maior parte era relativa a impostos e
à forma de pagamento pelos serviços prestados por Alina Rosa e Silva.



Em
quinze dias estava a divulgação de novos cursos e, as vendas de produtos e
cervejas Jaguatirica nos melhores bares de Curitiba. O Sucesso da Cervejaria
Jaguatirica passa a ser uma realidade em Curitiba.



Era
extraordinário participar de um momento e um acontecimento histórico que iam
mudar a vida curitibana. A apresentação da Cervejaria Jaguatirica é reconhecida
na Austrália, Alemanha, Holanda, Bélgica, Canadá, Estados Unidos e Uruguai além
do Brasil.



Após
a reportagem internacional feita na Bélgica, Alina encostou-se, em  um espaldar de uma cadeira, respirou fundo
olhando o sucesso da Cervejaria Jaguatirica enquanto Carlos Cavalli entrevistado,
já  no estúdio de Alina,  observava em total silêncio. Era
inacreditável.



-
Caramba, como é que você conseguiu tanta habilidade de persuasão e bom gosto em
seu trabalho, Alina Rosa e Silva!



-
Isso não é tudo, temos muito em pensar como manter.



Carlos
Cavalli ficara emocionado só em vê o anuncio de sua cerveja na Europa. Que o
tornou o símbolo de bem estar em comunidade. “Ser um cervejeiro artesanal é ser
um idealizador e realizador em potencial do lazer em família.”



Então
Alina disse o próximo slogan é “Permitam-se crescer, sentir-se livres com a
melhor artesanal cerveja, Jaguatirica. Isso é felicidade”.



-
Bom. Então é verdade, o sucesso está em conhecer uma mulher como você.



-Faça
isso Carlos Cavalli, com tom calorosamente apaixonado.



E
Carlos Cavalli, sorriu e abraçando-a beijou ardorosamente. Haviam se tornado
mais que amigos, parceiros profissionais, iniciando um pacto de amor, ardente que
se sentiam uno se si, aparentados, e isso lhes faziam sentir uma força
renovada, uma generosidade e benevolência, uma bênção que estava além da
sedução, fazendo do sexo um complemento e não tudo.