Memórias de Nina - Hedonismo

05 de Abril de 2014 Folheto Nanquim Contos 1177

  As estratagemas diferem-se pelos significados similares aos adversários, as guerras não se comportam desta maneira, a indução do poder ocorre como uma chama ardente aos privilegiados,  as diferentes maneiras de um agregado se esquivar é o desaparecimento, embora, as circunstâncias improváveis para que tal feito tenha êxito, são agravantes, o espaço físico e a pátria. As estratégias são formuladas acerca de enxergar os inimigos sucumbirem, e não poupam méritos aos combates. O que percorre o início dela não é somente as falanges inteligentes para o simples ataque, mas o orgulho, e embora no passado nada estivesse como hoje esta, os interesses são as marcas que determinam tal catástrofe humana.

  O passado remete a algumas de minhas pegadas, se assim for, seria considerada uma herege, hedonista, amar o prazer acima dos outros desejos, o bem estar e a tranquilidade que me remete a pensar no quanto tal palavra é divida em interesses, se em uma batalha as forças lutam entre si, o pensamento compartilha opiniões realmente inaceitáveis e apropriadas.

  O tema de todos os capítulos a seguir não passam apenas de intenções, pudor ou afetação. Discutiram sobre a perfeição do prazer, a felicidade e o convívio pleno, ainda que difuso, o egoísmo vil, a soberba e a excentricidade caracterizam a mesma vertente. O hedonismo em cruas partes, de pessoas opostas, pensantes, eruditos e imbecis. A inutilidade do pensar talvez enruga as ideias, vertem os desejos e escurecem os sonhos. O questionamento de interesses ao prazer permanece vil se tornarmos o sexo e a luxúria como um ponto maior a ser enxergado. Se as improbidades especuladas pelos hereges em terra são determinantes a tua afeição ao mundo, estariam de um lado da batalha, inclusive entre o clima austero e desprezível de teu próprio grupo de pessoas.

            A beleza da felicidade costuma inibir os prazeres carnais, orgulhosos e pestilentos, assegurando outra parte de um batalhão, a genialidade de frisar a beleza e o conforto para o corpo e a mente, exatamente ser egoísta de fato, ao preocupar-se consigo ao invés dos arredores, desprezando os demais e as interpelações, reconhecendo que quase toda a terra contribui para teu próprio egoísmo, todavia, o consentimento seja como um blefe.

  Um sentimento misto de ira e probidade, os relatos religiosos, a bondade e o azedume. A luz acorda algumas de nossas vontades, e a escuridão as esfriam, e o mesmo ocorre no inverso, a sinceridade de teu eu está mais aflorada quando és honesto.  Conjeturar e atuar em ocasiões, não lhe faz nada além de mostrar ao espelho um fraco. A tranquilidade de dentro nos injetam a lógica e a comunhão da existência conveniente, isso é o que em nosso interior é deduzido, mas não há tema ou discussão que a resposta seja única, até para você mesmo.

  Como na guerra, as mentes que usufruem de teu próprio bem são lançadas contra as opostas, os insultos, escárnios e elogios irônicos, há a sonoridade inconsistente as outras, e do outro lado dos sacos de areia nos enxergam como errados e anômalos. A humanidade teria paz e ternura se fossemos como formigas, a aceitação de uma organização de pessoas similares a ti, com deveres e prazeres, uma sociedade hedonista, amar a si mesmo, procurar teu prazer e busca-lo. E o poder? Talvez o inspirado se desse conta que sua atividade na mais alta cadeira é de fazer o bem a si próprio, assemelhando aos demais, o dinheiro e a autoridade torna os seres menos favoráveis a busca de sua tranquilidade. Assunto que são respondidos pela ganância e o tormento, dissertados por sua própria junção morfológica, as palavras os respondem.

                                                                           - Marcos Leite

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