Remorsos de Baby-Sitter

08 de Abril de 2014 Kelly Menezes Contos 2718

É Sábado. Carlos e Luísa vão dar um passeio de carro com os filhos Pedro de 8 anos, e Rita de 3 anos. Cátia tem 20 anos, é estudante unversitária, mas trabalha como baby-sitter em casa deles, e nas férias fica como empregada interna. Nessa tarde, acompanha o casal e os filhos.
Luísa veste um top decotado e aperta o soutien de modo a realçar os seios. Pedro repara no peito saliente da mãe, mas nada diz. Talvez inspirada pela patroa, Cátia abre os primeiros botões da sua blusa; tem um peito mais jovem, volumoso e sensual. Ninguém fala, mas Carlos sente-se a ganhar erecção.
No carro, Carlos orienta o retrovisor na direcção de Cátia – observa a oscilação do busto com a trepidação. Ela tem tudo controlado: Pedro olha a paisagem pela janela, Rita dorme tranquila. Estacionam à entrada dum parque florestal. Luísa pede a Cátia que tome conta dos meninos enquanto os pais vão passear. Ficam na clareira, sobre uma manta. Ritinha brinca com as suas bonecas. Pedro treina toques com a bola de futebol.
Cátia percebe que o casal não fora longe: está mesmo atrás duma vedação com arbustos e, apesar do silêncio, parece-lhe que se estão a beijar. Quando Pedro se senta ao pé da irmã, para a ajudar no “jantar das bonecas”, a baby-sitter levanta-se e vai ver atrás dos arbustos – o coração da moça dispara: Carlos está com o pénis fora das calças em erecção, enquanto abocanha os seios de Luísa, com a cabeça inclinada para trás, de prazer...
Cátia sente adrenalina. A patroa contara-lhe que não toma a pílula pois deseja uma nova gravidez. A baby-sitter pensa no esperma de Carlos – poderá soltar-se dentro de momentos para consumar o desejo, enquanto os inocentes meninos ao lado nem sonham que toda aquela volúpia lhes poderá dar mais um irmão. Cátia deseja o patrão naquele momento, pensa nos graciosos filhos do casal e em como seria bom ter um filho assim também; nunca tivera um pretendente tão inteligente e bem parecido como ele. Carlos acelera o ritmo da penetração; Luísa percebe que ele está próximo do clímax e decide apertar-lhe o pénis com força na base – consegue evitar-lhe a ejaculação! Carlos senta-se mas a esposa coloca-se por cima e inicia a cópula de novo. Os seios oscilam repetidamente durante o coito, o movimento acelera... o casal contraí-se por fim num orgasmo. Cátia não acredita no realismo do que viu. Afasta-se na direcção dos meninos, entretidos com os brinquedos e totalmente alheados do que se passara entre os pais, a poucos metros.

Dois dias depois, Cátia compra um soutien push-up. De dia o patrão mira-lhe o peito. Na noite seguinte vai ao quarto dela beijá-la. Cátia sobressalta-se mas rende-se ao sentir Carlos a explorar-lhe os seios.
Debruçado sobre a cama dela, a abocanhar-lhe o peito, sente-se a ganhar erecção. Ela fica arrepiada de prazer. Carlos sente-se poderoso. Ela não tem namorado; já fantasiou a respeito dele, mas sente culpa por trair a patroa. Ele mostra-lhe os órgãos sexuais. Ela sente emoção ao tocá-los... Carlos sobe para a cama, penetra-a sem preservativo. Ela geme baixinho. Ele contrai os glúteos em movimentos de vai-vem de frequência crescente. Sente-se a aproximar do orgasmo.
Ela diz-lhe que não toma a pílula. Ele retira o pénis e ejacula-lhe nos seios. Ela viu-lhe os olhos revirados durante os 4 jactos que lhe verteram o líquido viscoso no peito. Pouco depois volta a penetrá-la, fazendo-a atingir o orgasmo também. Por fim, oferece-lhe os órgãos sexuais para a boca antes de ir embora. Ela chupa-lhe a glande ainda túrgida e acaricia-lhe os testículos.
Na manhã seguinte, a esposa dele dá-lhe um beijo na cama e palpa-lhe o pénis. O falo do marido não reage. Ela estimula-o e pede-lhe uma rapidinha. Ele tenta mas diz que não consegue.
Ela abre a camisa de modo a expor-lhe os seios caídos, mas ainda valorizados pelo soutien que os junta e sobe. Ele beija-lhe o pescoço e o peito, estimula o próprio pénis e toca-lhe o peito com ele, mas não consegue erecção. Ela chupa-o e nota-lhe um gosto amargo, parecendo-lhe que ele já ejaculara há pouco. A emoção e o desejo convertem-se em hesitação, e vendo que ele não erege, ela desiste também.
Meia hora depois, eles encontram a baby-sitter à mesa do pequeno almoço com as crianças. Ela repara na silhueta magra e esbelta da empregada, o peito valorizado pelo soutien e o pelo decote, os cabelos lisos presos em rabo de cavalo; invejou-lhe a idade.

Carlos vai brincar com as crianças para o jardim. Luísa chama a atenção de Cátia para o realce do peito e pede-lhe que feche o decote. A jovem obedece prontamente mas fica em pânico ao perceber que a patroa sente ciúmes e desconfia. Está apaixonada pelo patrão mas não poderá continuar tal adultério. Os meninos e a patroa não merecem tamanha traição. Torna-se mais discreta diante do patrão.
Dias depois, Cátia sente tonturas e enjoos. Alarmada, faz um teste de gravidez e desespera-se ao ver que é positivo. Á tarde faz as malas e apresenta a demissão à patroa, sob o pretexto de que a mãe adoeceu gravemente e precisa de lhe prestar assistência. Luísa, fica intrigada, com pena, mas faz o pagamento e dá-lhe mais algum dinheiro pelo profissionalismo que tivera com os meninos. Cátia desapareceu no horizonte da estrada, dentro dum táxi; nunca mais deu notícias.

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