Diziam a lenda que os homens matavam suas mulheres por amor.

 As mulheres em que viviam naquele lugar,amavam sem contraregras  os seus homens turbulentos e antipáticos.

 Normalmente desejavam a morte de cada uma delas para que se tornasse as deusas que eles acreditavam existir.

 Em uma carta pela metade afirmavam:

 "Eu matava cada mulher em que casava,pois,assim o verdadeiro amor empregado deveria ser desempenhado por lá existente,para que inundasse as minhas deusas para transformar minha vida em paz,fraternidade e amor.Neste caso,somos soberanos a qualquer custo,mulheres são fragéis e idiotas de não poder ter suficiente de nos enfrentar,sabiam que deveriam nos sustentar no amor carnal e fraternal,deveriam procriar e depois que completarem 5 anos os filhos deveriam ver atenciosamente cada detalhe para que este ritual fosse permanecido,e, as filhas nascidas deveriam ser apedrejadas por subornos,estupros,e,fazer cicatrizes na testa.Caso alguma mulher se rebelasse,deveriam ser estupradas por outros homens e assim fazer jus a nossa tradição que há mais de 1 século se mantém."

 Carla tentou achar de todas as formas a outra metade da carta,mas não conseguira de forma nenhuma.

 Depois de lida a carta deixada pelo fundador dessa tradição de Roger Calfkjord,Carla Mundk fizeste um pouco diferente,começou a relacionar com um solteiro de plantão que por lá ainda existia.

 A verdade é que não existia relação,era apenas um jogo de interesses,ele querendo amor e ela quebrar essa tradição que para ela considerada ridícula,embora ele assediando o tempo inteiro com um estilete na calça ela foi aos poucos se deixando....Carla toda nua e o homem também,em um momento de distração cortou seu pênis,e,antes dele ter alguma reação pegou a arma que o moço possuía e matou.

 A moça severa e fria,foi pouco a pouco tentando quebrar a tradição que por lá assombrava aquele lugar cheio de homens,e aos poucos desvencilhando a qual chamava de ridícula.

 Carla foi vendo que a população foi sendo dizimada da mesma forma,se envolvendo com os homens ,castrando e matando,porém de repente achou o que estava tanto esperando,o outro pedaço da carta para quebrar a tradição.

 "Ninguém  irá quebrar,pois,confio fielmente em cada homem aqui nessa Terra,mas,caso alguém quebrar essa regra,não será fácil,pois terás que matar cada um que vive nessa cidade,e a partir dos 50 últimos homens tens que matar,e com o sangue que matou fazer uma cicatrize na testa de cada um dizendo Cio de latus,quebratium mecantore for ti prazium  de lamore conciato porfirium,depois do feito essa tradição será quebrada e a partir daí,ninguém ouse tentar fazer isso,nós homens não somos traíras"

 A vingança de Carla só aumentava,porém agora com mais cuidado tinha que ver quantos homens residentes que naquela cidade restavam para que assim pudesse quebrar a maldita tradição.

 -Homens malditos,desgraçados,acham que mulher é carne fraca,vocês verão quem somos,idiotas,estúpidos!Falou consigo mesma.

 Passado alguns meses,finalmente viu o  que ela tanto esperava, faltavam apenas 50 homens residentes naquele lugar,e,enfim pusera o que a carta recomendava explicando o termo para quebrar a tradição cujo ela esquartejou e depois pusera todas as 50 cabeças restantes em praça pública,para que os próximos moradores pudessem ver a história que havia naquele lugar.

 A partir daí,quebrou-se toda tradição,sendo conhecida na história daquela cidade como:a mutiladora de homens!