Quando você pensa que não pode mais se surpreender com você mesma, aí vem a surpresa

Sempre tive minha sexualidade muito aflorada e minha libido sempre me moveu desordenadamente, assim como um barquinho à deriva, sem rumo, sem norte, nunca tive nada que me prendesse, nem um amor verdadeiro, nem um falso, mas uns momentos de prazer eram suficientes pra me guiar, me levar assim, sem direção, sem noção e sem juízo... dona de mim, sempre fiz o que quis...

Hoje conto sobre uma aventura pra lá de gostosa, com uma amiga muito sem noção, meio que assim como ‘euzinha’ Sibila, que nem tinha 18 ainda...

Andréa,minha vizinha do apartamento de frente no prédio onde morava, a menina tinha 23 anos e morava sozinha, branquinha, mais alta que eu, devia ter 1,60m de altura, mas como sou baixinha qualquer um que tenha 1cm a mais que eu já é altinho neh...minha amiga, cabelos compridos, castanhos, cintura finíssima, coxas grossas, peitão, tudo” ão “, era cheinha das carnes, rosto
redondo, bochechas coradas, boca pequena, não era tão bonita quanto era gostosa de formas, inteligente... Eu a adorava, éramos inseparáveis, a não ser quando estava no instituto de
educação onde estudava no último ano de magistério.

Um dia, Andrea me esperava na janela e quando cheguei à noitinha, estava suada, doida pra tomar um banho e cansada depois de um dia inteirinho de estudos e estágios, ela me chamou pra sair, nem me deixou guardar mochila ou trocar uniforme (uma camiseta de malha azul marinho, calça jeans e tênis)... a vaca me fez entrar no carro, um corsa branco.

Andrea me levou pra um lugar na cidade vizinha, na chegada tinha uma subidinha muito íngreme e no alto da colina, uma boate: “O glorioso prostíbulo” e quando vi, disse:

-Andrea, você pirou?! tá ficando doida?! estou de uniforme e num tenho idade pra entrar nisso aí não... Andrea:
- eu vou entrar, num vim aqui à toa não.

Eu:- mas o que você quer aqui menina?

Andrea:- só quero ver como é, ué, num posso?!!

Eu:- ninguém merece...Parou no estacionamento e foi fechando o carro.

Eu gelei, não sabia o que fazer, se ia com ela ou se ficava no carro, mas minha
decisão foi entrar no recinto, meu lema era transgredir e eu com uma baita cara
de pau de uniforme.

O cara da portaria só me deu uma olhada, nem se importou e cobrou entrada. Lá dentro, camelinhas lindas, me encantei! Andrea e eu nos sentamos numa mesa próxima à pista de dança, o garçom parecia um mordomo culpado de filme inglês, tinha que ver a cara do cara! Me deu medo!!...pedimos um refrigerante, caro prac**!!! Ele trouxe, tinham algumas mesas ocupadas em frente ao pequeno palco,poucas meninas dançando, instigantes...

Ficamos o tempo suficiente pra beber o “refri” e eu ir ao banheiro...Ops!! Onde era o banheiro??...caraca!!

Tive que me levantar, atravessar a pista de dança e falar com uma camelinha
linda, loirinha que estava encostada numa porta que dava num bar e Andrea me acompanhando com
os olhos, rindo muito da minha cara, parecia que estávamos combinado uma f**a com aquela p**a coxuda, toda de preto, com uma saia rodada e curta, um par de botas cano longo até nas coxas e bustiê mostrando o seios avantajados, maquiada, brincos candelabro, linda!...isso me deu uma sensação diferente, me senti flertando, me excitou, fiquei surpresa comigo mesma, acho que era o lugar sei lá...pois é neh, sempre gostei muito de um feioso.

Quando voltei Andrea já estava de pé, me esperando pra irmos embora, tinha resolvido seu problema de curiosidade em conhecer um prostíbulo, mas em mim, foi mais que isso...
Leia na íntegra esse conto erótico...


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