Lucas e Clara

25 de Maio de 2014 Nab-san Contos 739

O trabalho de Lucas estava em greve neste dia. Demoraram um pouco para explicar toda aquela confusão e, por isto, ele voltou depois de uma hora para casa.

Clara estava começando a cuidar da rotina matinal da casa de seu namorado. Ouvia suas músicas românticas, caretas e aquelas que estremeciam a vidraça da janela enquanto ensaboava a louça.

Ele chegou em casa e nem foi notado pela ruiva que cantava junto aquelas músicas que ele achava chatas.

Ao ir até a cozinha não conseguiu falar nada, talvez tenha sido o encanto de ver sua garota vestindo apenas a sua camisa na pia, rebolando desajeitadamente enquanto lavava a louça e cantava com o seu péssimo inglês acompanhando a música que ouvia. Sorriu e cruzou os braços enquanto observava a cena.

And if you want it,you got it forever

I could just stay here beside you and love you baby

Let the music (take your mind)

Just release and [you will find]

Era engraçado vê-la ali, fazendo coisas que negava-se a fazer para ele por vergonha, dançar e cantar. O cabelo preso de qualquer jeito mostrava aquele pescoço que na noite anterior ele deixou marcas vermelhas e caminhos marcados de beijos e saliva. Desceu mais o olhar e notou que vezes, quando ela levantava os braços gesticulando, a camisa levantava e aparecia a polpa daquela bunda que ele adorava apertar e acariciar. Podia sentir todas as formas e curvas daquele corpo só em fechar os olhos. Se ela fosse uma estrada sua mente seria o mapa.

I don’t want you

To be no slave

I don’t want you

To work all day

But I want you, to be true

And I just wanna make love to you

Love to you

oooooh oooooh

Love to you

Ela ainda não havia notado sua presença até o momento em que ele chegou por trás dela, prensando-a contra a pia e enchendo suas mãos nos seios médios enquanto beijava o pescoço. Ela arfou e sentiu todo o corpo estremecer amolecer naquele gesto dele. Apoiou-se na pia enquanto ele roçava o volume entre a bunda seminua dela. Ainda anestesiada pela surpresa empinou-se para ele que descia as mãos para a cintura fina e apertava massageando-a. Logo desenrolava a calcinha pelas coxas dela enquanto beijava as pernas da garota. Ajoelhado atrás dela debruçou-a ainda mais sobre a pia e pôs-se a sugar entre as pernas. Ela gemia e contorcia-se enquanto ele lambia e sugava a intimidade molhada dela. Ora invadindo-a com a língua hora com os dedos. Os seios deitavam sobre a pia recém-lavada e ainda molhada, deixando ainda mais duro os biquinhos sobre o mármore frio e dando transparência aquele tecido fino.

Ele já sabia amá-la, já sabia domar a sua serva e adorava fazer aquilo. Mas, agora a necessidade de senti-la era tamanha que queria tomar o que é seu sem mais delongas.

Levantou-se e virou-a para si, pondo-a sentada sobre a pia. Ela estremeceu ao sentar naquele material frio mas, abraçou o quadril com as pernas. Quieta, apenas esperando as ações de seu dono. Ele olhou aqueles olhos que sempre fazia seu coração bater mais forte e beijou-a. A língua explorava toda aquela boca com sabor menta e as mãos caminhavam das coxas para a cintura e voltavam o caminho. Ela acariciava com ternura o rosto dele, os braços, a nuca… Puxou aquela camisa que escondia o corpo que tanto adorava em todos os detalhes e tocou todos os pontos sensíveis a ele, terminando com as unhas em suas costas, pressionando forte e roubando o ar por instantes. Ela também sabia como instigá-lo e ele gostava disso. Sentir aquele arrepio gostoso por toda a vértebra, que se estendia pelo resto do corpo. Afastou as pernas dela e começou a retirar o cinto e abaixar a calça. Clara o afastou e desceu da pia. Encostou o corpo dele na mesa e ajoelhou-se, terminando de retirar a calça dele começou a chupá-lo. Os dedos seguraram forte os cabelos enquanto ele gemia baixo, ela o observava de canto de olho e voltava ao serviço. Ora sugando as bolas ora lambendo todo o pau duro e quente de Lucas. Ele mexia seu quadril para frente e para trás, indo até o fundo da garganta dela e ela arranhava as coxas dele até o momento que já não conseguia não tê-la o envolvendo.

Pegou o cinto da calça e prendeu as mãos da garota segurando-a sobre sua cabeça, e a invadiu sem cerimonias. Gemeram uníssonos. Ele ia e vinha com força, indo bem fundo nela que arfava. Seu peito descia e subia. Soltou as mãos ainda presas e ela passou por trás do pescoço dele, que a puxou pela cintura e beijou novamente os lábios úmidos e quentes, abraçando aquele corpo sem nunca cessar os movimentos. Depois de alguns instantes assim ele a levou, sem se retirar dela, para o seu quarto e ao entrar no cômodo a encostou na parede, ainda socando forte e gostoso na boceta apertada da sua parceira. Prendeu novamente os braços e afastou seus lábios dos dela e começou a ir mais e mais rápido. Os peitos dela pulavam a cada estocada dele, e ele começou a beijar e sugar os bicos duros. Mordendo e puxando. Não era possível manter um controle dos gemidos cada vez mais altos. Queria abraçá-lo, queria arranhá-lo e torturá-lo como fazia com ela mas era completamente refém dele. Sorriu para ela e voltou a carregá-la, agora para a cama. Deitou o corpo com carinho na cama arrumada e deitou-se sobre ela.

- Eu te amo.

- Eu te amo muito, muito e muito, meu neném.

Sorriu. Pegou na gaveta da cabeceira o preservativo e o vestiu. Tornou a possuí-la, agora mais vigor e mais rápido. Não demorou muito até que chegassem ao seu ápice e caiu deitado ao lado dela. Soltou as mãos e ela logo o abraçou.

- Poxa, esqueci de avisar. Hoje eu voltei cedo do trabalho.

- Ah sim, tudo bem. Seja bem-vindo de volta.

Sorriram e mergulharam os lábios em outro beijo.


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