Cassia

30 de Maio de 2014 Robson SR Contos 1293


Não ha nada como uma mulher atrevida. Nada me deixa mais excitado que a ousadia feminina. As ousadas são mal faladas, humilhadas e até apanham das outras mulheres, das mais carolas, das enrustidas. Mas nada vem de graça nessa vida, este é o preço que pagam pela sua liberdade, por gozarem feito loucas nas mãos de seus amantes. Uma vez, na escola, uma garota chamada Cassia, aluna da minha turma, dessas que quase não aparecem para assistir aula, “muito dada".A única da turma com vida sexual ativa. Moça bonita, gostosa, ela com seus 16 anos, morena, cabelos longos e pernas grossas, não passava de 165 de altura. Num dia, a moça entrou em uma briga com a professora de matemática, que a acusava de ter saído com seu namorado. Ela negava, veementemente, porém por mais que negasse era chamada de puta, vadia, ordinária e de outros tantos nomes tão vulgares que não vale apena contar aqui. A professora chegou a tentar agredi-la. O pátio da escola ficou em alvoroço. Foi quando decido interromper a briga, logo eu, o cara mais tímido do ensino médio.


Na hora não pensei muito, só achei que a professora estava sendo demais com a garota, toda aquela acusação gratuita era muito para eu ouvir calado. Apartei a briga, peguei Cassia pelas mãos e fomos para o lado de fora do colégio.


Não tínhamos intimidade, ela nem sabia o meu nome, nossa único dialogo foi.
_Tudo bem com você?– Perguntei.
_Sim, tirando os arranhões que a cadela da professora me deixou, estou bem sim. Obrigada.

Como eu não era bom com as mulheres, pensei em sair dali e voltar para a aula, mesmo sabendo que eu seria zoado pelos meus colegas pela atitude heroica de salvar Cassia. Virei de costas e comecei a andar em direção ao portão do pátio, até que ouvi a voz dela me chamando.


_Espera, qual é o seu nome garoto?–Perguntou curiosa.
_Ma..mama..Mauro.–Maldita gagueira, pensei comigo mesmo!
_Obrigada Mauro, não sei como agradecer, eu estava quase sendo surrada lá dentro.

Eu fiquei vermelho, só de conversar com a moça, baixei a cabeça sem saber o que dizer e disse a única coisa que me veio a mente:


_De nada!Quer uma bala de menta?!–Tentei desconversar da forma mais ridícula possível. Sou muito tímido, essa é a verdade.

Ela sorriu para mim e anotou seu telefone na palma da minha mão, saindo fez um sinal com as mãos e disse, em voz baixa.


_Me liga!

Passaram duas semanas, eu resolvi tomar coragem e ligar para ela, era uma sexta-feira e eu, como sempre, sem nada para fazer.
Do outro lado, o telefone chama uma, duas, três vezes. Ela atende.


_Alô. –Atende com uma voz de choro.
_Oi, sou o Mauro, o garoto da escola,da briga, da bala de menta.–Me senti um idiota falando isso.
_Oi Mauro, tudo bem?
_Sim, estou ligando para saber como está.
_Bem, bem...acabei de brigar com o corno do meu ficante, mas é melhor assim. Quer sair?

Fiquei de pernas bambas e no susto eu disse sim.



_Ok, me manda um SMS com seu endereço que te pego as 22:00....continua

Era estranho, nunca tinha sido chamado para sair por uma mulher, ainda mais dizendo que iria me pegar. Ela parecia ter todo o controle da situação.


Cassia dirigia o carro do pai, um fiat uno 2006 prata, era a garota mais independente da escola. Acho que do mundo todo, até.


Da 22:00 e nada, espero Cassia,fico olhando pela janela durante uma hora. Chego a pensar que ela não vem mas mesmo assim resolvo não ligar. Ela chega atrasada, quase 11 da noite com o carro do pai. Vou a seu encontro, entro no carro. De cara sinto o cheiro do seu perfume, é um cheiro gostoso, bem feminino, nunca havia sentido aquele perfume antes.



_Boa noite, desculpa o atraso, me perdi no caminho.–Ela me diz com cara de safada.

A verdade, isso eu fiquei sabendo um tempo depois, ela tinha passado na casa de seu ficante. Provavelmente iria me deixar na mão, mas por sorte minha e azar dele, continuaram brigados.



_Boa noite, fica tranquila, não demorou muito não, quer uma bala de menta?!–Eu e minhas malditas balas de menta. Sou um idiota, pensei, eu doido para agarrá-la ali mesmo e a única coisa que me vem em mente é oferecer as porcarias das balas de menta.

Ela diz que aceita, me segura pela gola da camisa e me da um beijo. Nossa, eu fiquei excitado na hora. O gosto do beijo, o cheiro do perfume, tudo nela era perfeito. Provavelmente eu iria bater “umazinha” para ela quanto a noite terminasse. Porém, embora só com o beijo eu já me desse por satisfeito, ela desabotoou a blusa e mostrou os seios para mim. Perfeitos, pequenos, durinhos e bicudos. Perfeitos!



_Chupa aqui.–Ela diz, empurrando o meu rosto em direção aos seios dela.

Eu chupo aquelas belezas, seguro-os e beijo os seus deliciosos bicos. Ela está toda perfumada, até seus seios tem um perfume gostoso, perfume de mulher.



_Quer meter?–Ela pergunta.
_Que...que...quero...caca...claro!– Maldita gagueira nervosa.

Ela se recompõe, abotoa a blusa e arranca com carro.



_Vamos para o "Motel Dona Lusa", tudo por minha conta. Hoje eu quero meter gostoso.–Ela me diz isso com a naturalidade de quem pede um copo de água.

Estou tremendo por dentro, mas mantenho o semblante de um cara experiente, que já havia transado varias vezes na vida.


A verdade é que eu tinha transado duas vezes, todas elas com a baba de meu irmãozinho, mas foram duas vezes e só. Certamente eu não fazia ideia de como dar prazer aquela jovem leoa. Mas foda é foda e meu pau já estava latejando!




Chegando lá, ela pediu para eu ir para a cama e começamos a conversar...



_Tem namorada?–Ela me pergunta.
_Não, e você?
_Não, só tinha um ficante mas acabei de “terminar”, se é que tínhamos algo de verdade...Fiquei esperando o cara lá em casa, toda cheirosa e ele me deu um bolo, “terminou” comigo por telefone.–Ela começa a esboçar um choro.
_Calma, estou aqui, podemos conversar se quiser.

Ela me agarra e me joga na cama, tira meu cinto, abre meu zíper, e começa a me chupar. O batom dela, vermelho, fica estampado no meu pau. É a sensação mais gostosa que já senti na vida.

Cassia, geme enquanto me chupa, suspende o vestido, começa a se masturbar e gemer. Cada vez mais forte. Meu pau está duro, parecendo uma pedra. Ela começa a tirar a roupa, a cada peça que cai eu vejo as partes de uma escultura perfeita, seu corpo é uma obra de arte. Como uma tigresa, ela me empurra na cama, se lança sobre mim e começa a roçar sua boceta molhada sobre meu pau, sem penetrar, só roçando a sua xereca em mim. Com jeito, ela segura meu pau com uma das mãos e começa a esfregar o seu grelo na cabeça do meu pau. Sinto a umidade de sua vagina e fico louco para meter. Ela roça mais algumas vezes e começamos a foder.


Ela cavalga com as mãos sobre meu peito, hora com mais hora com menos intensidade. Hora me arranhando o peito, hora acariciando meu rosto. Administra meu gozo, quase consegue
prever quando vou gozar.


_Goza comigo!–Sussurra nos meus ouvidos.

Ela cavalga mais forte, desta vez pronta para gozar,sinto meu pênis ir até o fundo e fazer pressão, cassia rebola sobre mim, pronta para gozar. Dou mais uma, duas, três bombadas até que finalmente gozo, tudo lá dentro.


Ela goza e cai ao meu lado, soada, sonolenta ,indefesa e ainda perfumada como uma "deusa".Eu a abraço e ficamos um tempo de conchinha, parecendo um casal que se ama muito e a bastante tempo.




_Foi bom pra você.–Pergunto no ouvido dela.
_Sim, e a partir de hoje eu vou querer mais.–Ela me responde com um ar sínico.

Sinto meu pau latejar e enrijecer novamente, damos outra e depois tomamos banho juntos. Ela me leva para casa e me da um beijo de boa noite e antes de eu sair do carro ela abre as pernas e põe minhas mãos em sua boceta e diz.


_Ela vai querer repetir a dose.

Fico vermelho e saio do carro com a sensação de que a noite foi minha e que nunca mais eu iria querer passar uma sexta-feira "com fome".–Foder é muito bom!!!
Nos encontramos varias vezes e fodemos muito a partir deste dia.



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