E agora, José?

13 de Fevereiro de 2012 Victor Almeida Crônicas 718

Pra começar, já vou dormir mal humorado. Acordo às 6 da matina, num muquifo fedorento, tendo que me apressar, pois o ônibus passa às 6h30, num ponto a duas quadras de casa. “Por que não acorda mais cedo?”, minha mulher me pergunta. Digo que não quero. Tá doido. Já não basta acordar a essa hora, trabalhar num emprego de merda. Arrumo-me na correria, mas pelo menos tenho alguns minutos a mais de sono. A caminho do serviço, milhares de coisas me vêm à cabeça: contas que pesam sobre meu nome, reunião da escola do meu filho – que nem mora comigo; a pensão também já está vencendo. Também preciso passar no mercado, depois do expediente, e comprar um monte de frescuras, que minha mulher anotou num papel. Falando nisso, nem sei onde tá esse papel. É tanta coisa. É tanto problema. Inclusive, há alguns dias venho sofrendo de uma dor na coluna. Fui ao médico. Sim, tive que ir. Ele me disse que preciso corrigir minha postura. Mais essa, preciso me preocupar com minha postura. O que mais preciso lembrar?


Leia também
"Naveguei" há 6 horas

Naveguei entre mares, e tempestades, ninguém me acompanhou, Meu sofriment...
joaodasneves Poesias 11


O Importante no Poema há 8 horas

O importante no poema, é que ele voe, mesmo não tendo nascido para voa...
a_j_cardiais Poesias 29


LUTA ARMADA há 1 dia

LUTA ARMADA Aqueles tidos como imprescindíveis Pelo afã de lutar toda...
ricardoc Sonetos 8


Paz Celestial há 2 dias

Paz na alma é muito mais Do que paz de mente... pois passa desta par...
kuryos Artigos 18


Poema Rosa Para um Dia de Sol há 2 dias

A Rosa Emília A Rosa que an...
a_j_cardiais Poesias 63


Poema Suado há 2 dias

Estou num deserto de inspiração... Nada passa por aqui... Nem ladrão. ...
a_j_cardiais Poesias 51