A Pequena Carta

30 de Setembro de 2013 Bruce Alcântara Crônicas 889

Como sempre mantive minha rotina diária, sentava no sofá da sala ligava minha TV assistia minhas novelas somente para ter uma opinião sobre os atores depois assitia os assuntos de calamidade pública nos jornais locais,
estava nem percebendo nada como se não estive naquele local para referi minha personalidade naquele momento usarei um ditado popular
'' Eu estava no mundo da lua ''
Ouve um grito afadigado de minha mãe --- Dizendo que estava pronto o jantar , como tive um dia atordoado de preocupações nada melhor do que comer uma boa comida caseira, peguei meu prato e sentei na mesa normalmente no mesmo planeta , quando um besouro caiu no meu prato minha reação foste de medo e ódio , medo por ser um inseto nojento com patas asquerosas um inseto desprezível para olhos humanos , cabeça achatada , Como todo ser humano medo de ser agressivo rapidamente peguei meu sapato e ataquei com brutalidade ele resistiu minha brutalidade e saiu com seu sangue verde lutando para sobreviver.
Mas, quando o ódio passou percebi que como ser humano eu era o pior inseto naquela sala de estar , eu estava nojento , meus pés brancos com uma tonalidade escura , Eu sempre fui desprezível , EU ERA O INSETO !! Naquele instante eu sentir que fazia parte do mundo dos homens, Naquele instante eu me permiti a entrada brusca no que chamamos de lá , naquele momento eu descobri que não existe amor.
Fui ao banheiro e me ataquei de todas as formas com tapas , socos .
Como sempre mantive minha rotina diária, sentava no sofá da sala ligava minha TVassistia minhas novelas somente para ter uma opinião sobre os atores depois assitia os assuntos de calamidade pública nos jornais locais,
estava nem percebendo nada como se não estive naquele local para referi minha personalidade naquele momento usarei um ditado popular
'' Eu estava no mundo da lua ''
Ouve um grito afadigado de minha mãe --- Dizendo que estava pronto o jantar , como tive um dia atordoado de preocupações nada melhor do que comer uma boa comida caseira, peguei meu prato e sentei na mesa normalmente no mesmo planeta , quando um besouro caiu no meu prato minha reação foste de medo e ódio , medo por ser um inseto nojento com patas asquerosas um inseto desprezível para olhos humanos , cabeça achatada , Como todo ser humano medo de ser agressivo rapidamente peguei meu sapato e ataquei com brutalidade ele resistiu minha brutalidade e saiu com seu sangue verde lutando para sobreviver.
Mas, quando o ódio passou percebi que como ser humano eu era o pior inseto naquela sala de estar , eu estava nojento , meus pés brancos com uma tonalidade escura , Eu sempre fui desprezível , EU ERA O INSETO !! Naquele instante eu sentir que fazia parte do mundo dos homens, Naquele instante eu me permiti a entrada brusca no que chamamos de lá , naquele momento eu descobri que não existe amor.
Fui ao banheiro e me ataquei de todas as formas com tapas , socos .
mas, nada consumia aquela dor muito menos a dor física se tratava de dor emocional , minha consciência atacava meu cérebro , o amor atacava meu coração. Como toda morte pequena logo passou aquele sentimento de culpa, as 00:30 no relógio de Brasilia deitei em minha cama pequeno meu livro de cabeceira e fui ler , quando ouço um som no chão perto de minha porta certamente era meu gato saindo do meu quanto para deitar no sofá, quando olho no chão vejo o inseto rastejando como se fosse um escravo lutando para sobreviver , teu sangue da tonalidade verde marcava o território do chão , estava com um zumbi somente seu corpo estava vivo, toda nefasta que sentir voltou com fúria para minha sensibilidade apenas meu desejo foste dormir e acorda esquecendo-me de tudo. Estava eis me testado , ou somente queria atormentar minha raiva, como reverencia cuidei dos teus últimos momentos de vida coloquei na janela para morrer sentido-lhes os ventos da liberdade, continuei a ler meu livro, quando olho para lado de minha cama vejo o mesmo inseto , meu medo ficou intenso eu estava completamente nu sem minha armadura de coragem, ao olhar para aquele inseto que lutou seus últimos momentos percebi que não tratava de um inseto comum era um messegeiro trazendo uma carta de alforria nessa carta percebi que o desejo de consumir os desamores que tive as lutar que passei era somente para eu abrir um lindo sorriso e dizer e lindo viver.

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