“Ah, vamos
dando risada que a vida nos chama, não dá pra chorar...A minha oração é bem curta pra não entediar”.


É notório eu escrever sobre fatos do cotidiano, principalmente quando se trata de temas que “mexem” comigo e que abalam a minha estrutura. Pois, recentemente ao visitar um
estabelecimento comercial me deparei com um triste episódio. Logo ao entrar, sorri
e exprimi aquele meu costumeiro olááá, só que para minha surpresa, vi apenas um
leve movimento dos lábios por parte de um “deles”, já o outro não se dignou ao
menos em levantar a cabeça para olhar quem adentrava em seu recinto. As “caras”
eram dignas de dó, já que não demonstravam quaisquer indícios de prazer e/ou
simpatia. Logo pensei, será comigo a antipatia? Mas não, pois reparei que assim
também procederam perante a entrada de outros clientes.  No momento analisando aquele espaço, avaliei o porquê daquele comércio estar tão longe da prosperidade, constatando que, logicamente, pelo fato da descortesia ocasionada pelos seus proprietários. Enquanto fui atendida, diversas coisas se passaram pela minha cabeça. Uma delas, porém, a que considero mais importante, é a importância da simpatia, o prazer estampado no semblante ao tratar com o público, pois ninguém suporta cara amarrada. Problemas? Todos têm, mas nem por isso saímos por aí jogando pedra nos outros para aliviar as nossas “cargas”. Ahhh! Como é prazeroso sorrir, ser alegre e de bem com a vida. Ser tratado assim, então, realmente é tudo de bom. “Um sorriso não custa nada e produz muito. Enriquece quem o recebe sem empobrecer quem o dá. Ninguém é tão rico que não precise dele e ninguém é tão pobre que não possa oferecer. Um sorriso dá repouso ao cansaço e ao desânimo, renova a coragem, é consolação na tristeza. Ninguém necessita mais de um sorriso do que aquele que não sabe sorrir”.


“Ha ha ha ha ha, mas eu tô rindo à toa...Não que a vida esteja assim tão boa
...Mas um sorriso ajuda a melhorar...Ah! Ah”.