Às vezes pelo distúrbio que todos nós temos,entende-se que deve ser tratado de forma particular:o verdadeiro amor.Quem sabe se esse verdadeiro amor não é o mesmo distúrbio que causa as mais variadas tristezas,corrompido pelas desilusões sociais existentes,é nostálgico dizermos que encontramos o amor de nossa vida à primeira vez que encontramos a tão chamada paixão.Entre tantas vontades,essa compilação faz de nós fortes suficientes para aguentar a pressão da sociedade,pois,querem a infelicidade,se sustentabilizam pela vida do outro e não de si mesmo,é burocrático e infeliz,se a tal idiocracia existente de nossa sociedade inventa deveríamos estar mortos então,pois,o quanto de pessoas que querem nos ver triste é algoz.Parece que somos uma parte do brinquedo que às vezes é utilizado outras vezes largado com o tempo e no espaço,e,nesse redemoinho vão largando os sentimentos,a pureza,a perspicácia de que era possível ser feliz,e nesse distúrbio do inconsciente vai trazendo que a vida não é mera ferida,mas,sim questão de maturidade para aceitar os desafios gerados pelos capítulos seguintes que tendem a ocorrer,seja alegres ou tristes,trazendo o  improvável distúrbio do medo de não ser feliz.