(Um discurso poético)

Se a verdade for
Por um instinto de sobrevivência eterna
Um profundo mar silencioso
Mergulho eu
Eternamente nele

Se a verdade for
Por um discernimento de existência perene
Um amanhecer depois da meia noite
Levanto-me perpetuamente com a doce luz

E se por desventura
A verdade morrer nos braços da injustiça
Quero que a minha pobre alma seja
O Jazigo dela...

Clavio J. Jacinto

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