Felicidade.
Não é mais um dia de sol? Dia de ser completo, de deixar transparecer os medos e as desavenças. Dia de sonhar; de deixar tornar-se membro da realidade; de deixar de ser mero espectador do mundo.
De ser mundo.
De ser a sola do sapato que percorre os labirintos do desafio. Desafio de ser você; pensar como você; agir como tal. E ser só mais um no meio de tantos que, como você, tu, ocê sabem o que querem, não sabem como agir; criam fábulas pra que uma confusão maior e torpe não tome as rédeas das ações que não são ações sem que você as faça parecer.
Tristeza é para os fracos. Aqueles que não têm tanto medo de errar quanto de cair dum abismo, mas não do físico, que esse, qualquer desfibrilador salva. O abismo do vazio. Aquele que vem de dentro e toma partido de tudo o que sai do sonho, tudo o que é uma realidade inventada. Porque tudo é sonho, a menos que liguemos o interruptor.