Mais vale um silêncio, a ausência das palavras, o vento do fôlego sozinho do que o disfarce, a série de máscaras dispostas no armarinho do coração. Quando não possível sorrir, o esconder é mais recomendável.

O simples e singelo canto de uma lágrima ao tocar o chão, apenas.

Mas não esqueça de sair, de ver o sol. Porque assim como ele se põe, sempre nasce de novo.