“O solavanco da carroça na estrada de terra fazia com que as costas agonizassem. As mão amarradas e o destino definido por apenas uma má sorte. Hoje e o dia do meu julgamento, sentença e execução. Rogo aos deuses antigos que me protejam, mas percebo que a muito tempo fui abandonado pelas mas escolhas que fiz. A cicatriz no peito queima, a espada grita por meu nome, suplico aos deuses antigos por mais uma chance, eis que sou ouvido...” Tarkeden, O Filho Esquecido ( O Arco Prata )