"Eu estou de volta à minha cama, de onde nunca deveria ter saído. Começo a me acostumar com essa situação. Acordando e tudo parecendo um sonho distante. Um terrível pesadelo. Estou sozinha, e a luz da noite que entra pela janela, com as persianas abertas, ilumina o quarto.


Minha posição está desconfortável, mas não posso me mover, pois novamente estou com a agulha do soro presa ao meu braço. Ele corre numa velocidade maior do que antes, e me surpreendo por ainda ter algum sangue. Não sou só eu que estou surpresa. A enfermeira Sarah que entra pela porta do meu quarto sorrindo, enquanto traz os medicamentos em diferentes seringas numa bandeja metálica, me congratula, dizendo que surpreendentemente estou melhor.


Ela perfura o recipiente do soro com as diferentes seringas, injetando seus conteúdos multicoloridos. Sinto-a acariciar minha testa, e percebo que não é apenas com o objetivo de avaliar minha temperatura."

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