" Dan já está com as malas nas mãos, enquanto a minha permanece no mesmo lugar. E mesmo contra minha vontade, me percebo cair em prantos enraivecida quando começo a falar:


__O que houve? Eu só estava chateada por você ter me deixado sozinha, e eu não falava sério. Mas você não precisava arranjar uma desculpa tão infantil para me abandonar. Eu já disse que não quero que me abandone. Mas não posso forçá-lo a continuar comigo. __Continuo chorando, enquanto Dan permanece imóvel me olhando. __Eu nem deveria estar aqui pedindo para que você não me deixe. Só não pode ser por esse motivo. Você está desistindo de mim? Tudo bem. Eu nem sei como posso agradecer tudo o que fez por mim. E eu já devo estar prejudicando muito a sua vida. Você deve ter outras pessoas para matar ao invés de ficar me salvando o tempo todo.

__Eu posso falar? __Pergunta aborrecido, descansando as malas no chão. __Eu só vim a essa cidade para falar com um dos meus informantes, um dos intermediadores meus, que negociou com o mandante da morte dos seus pais. Eu queria sondá-lo para saber quem poderiam ser os mandantes. Preciso saber com quem estou lidando, até onde vai o poder deles. Mas ele está morto. Foi assassinado num bar, para parecer uma briga comum. Isso aconteceu hoje de madrugada, pouco antes de chegarmos aqui. Eu ainda vi o corpo. "

continua: http://quimera1.blogspot.com.br/2012/08/capitulo-12-lua-de-mel-parte-2_1294.html