Saía na quietude da noite, o caminho era sempre o mesmo. Uma musica tocava, uma, duas três vezes. Os olhos, sempre na mesma direção, - para uma lua que sorria. Acreditava realmente que alguém, próximo ou a quilômetros de distancia, fazia o mesmo. Não havia ninguém na rua, consigo só a visão de um astro e nada mais. Sentia-se dono de tudo aquilo, tudo que estava na terra e principalmente de tudo o que estava no céu.