O Evangelho Vence o Preconceito

02 de Novembro de 2012 Silvio Dutra Mensagens 517

Isto aprendemos especialmente na narrativa relativa ao encontro de Jesus com a mulher samaritana, conforme registrado no quarto capítulo do evangelho de João, capítulo 4, versículos 4 a 42:


VERSÍCULOS 4 a 26

“4 E era-lhe necessário passar por Samaria.
5 Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José.
6 E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta.
7 Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.
8 Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.
9 Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos).
10 Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.
11 Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?
12 És tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado?
13 Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede;
14 Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.
15 Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la.
16 Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá.
17 A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido;
18 Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.
19 Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta.
20 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.
21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.
23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
25 A mulher disse-lhe: Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo.
26 Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo.”

Quando Jesus se dirigia da Judéia para a Galiléia seria necessário passar por Samaria, e havia aqui um povo misto que era o resultado da união de israelitas com os povos que o rei da Assíria havia deixado lá depois do cativeiro das dez tribos, cerca de 722 a.C.
Eles adoravam somente o Deus de Israel para o qual eles haviam erguido um templo no monte Gerizim, em competição com o templo de Jerusalém.
Havia grande inimizade entre eles e os judeus, e foi por isso que os samaritanos não queriam dar pousada a Jesus numa outra ocasião, porque o seu aspecto era como o de quem ia a Jerusalém (Lc 9.52,53).
Tal era a inimizade entre eles que os judeus quando queriam ofender alguém chamavam a pessoa de “este samaritano”.
É importante frisar que não era ainda o momento de se pregar o evangelho em Samaria ou em qualquer região dos gentios porque como o próprio Jesus afirmou, o seu ministério terreno seria junto à circuncisão, isto é, junto às ovelhas perdidas da casa de Israel, porque importava que o evangelho fosse primeiro pregado a eles, e em face da rejeição deles, seria estendido aos gentios.
Então o que ocorreu com a mulher de Samaria e com aqueles que viriam a se converter através do testemunho dela, foi uma migalha que havia caído da mesa do Mestre, tal como ocorrera com a mulher sirofenícia.
E, passando por Samaria rumo à Galiléia, Jesus parou numa das cidades de Samaria de nome Sicar, porque ali havia uma fonte, e Ele estava cansado e sedento em razão da viagem.
Nós vemos nisto, que Ele era verdadeiramente homem e estava sujeito às fraquezas e necessidades comuns da natureza humana.
Vemos também, que Ele era pobre, senão estaria fazendo a sua viagem a cavalo ou em carruagens, mas como sempre, Ele viajava a pé.

Quando Jesus chegou em Samaria, os discípulos haviam ido à cidade comprar comida, mas Jesus ficou ali junto à fonte de exausto que estava.
Nisto veio uma mulher de Samaria pegar água na fonte.
Mas foi certamente pela Providência divina que ela foi inspirada a buscar água naquela hora do dia em que o sol estava muito forte.
O Pai estava atraindo a pecadora ao Filho para que fosse salva.
Jesus começou a sua conversa com a mulher samaritana pedindo-lhe que lhe desse de beber.
Ele fez isso nem tanto pela sua própria necessidade mas pelo Seu desejo de recompensar aquela mulher pela oportunidade que estava lhe dando de servi-lo.
A mulher não se negou a atender ao pedido de Jesus, mas estranhou que Ele apesar de ser um judeu estivesse falando com ela, por ser samaritana.
Os judeus afirmavam que os samaritanos não teriam nenhuma parte na ressurreição e os excomungavam e os amaldiçoavam em nome de Jeová, e diziam que nunca comeriam nada das mãos de um samaritano, porque era o mesmo que estar comendo carne de porco.
Então a mulher estranhou que um judeu (Jesus) estivesse lhe pedindo de beber.
Ela ficou perplexa com o fato de Jesus não ter agido da maneira preconceituosa dos judeus.
Ele não rejeitou se aproximar dela pelo fato de ter uma religião diferente da dEle, como teria feito qualquer outro judeu.
Estas disputas religiosas podem endurecer de tal modo o coração que os homens são afastados da verdadeira religião que nos ordena amar os nossos inimigos, amar o nosso próximo, ser misericordiosos para com todas as pessoas.
Então Jesus renunciou à objeção dela quanto à questão religiosa entre os judeus e samaritanos e nos deixou um exemplo nisto porque muitas diferenças são melhor curadas sendo desprezadas, e evitando-se entrar em disputas acerca delas.
Jesus conduziria aquela mulher à conversão sem esquentar o debate em torno do assunto de que a adoração dos samaritanos era cismática (embora o fosse), mas revelando a própria ignorância dela e imoralidade, e consequentemente a sua necessidade de um Salvador, porque Deus tem imposto o dever ao homem que Ele criou de que este seja santo, e que tenha coberta a sua dívida de pecados, e não é possível se chegar a isto sem um Salvador.
Jesus iria ajudar aquela mulher samaritana a ver que Ele não era simplesmente um judeu cansado de sua viagem, mas o Messias do qual ela havia ouvido falar que viria ao mundo.
Ele lhe disse que havia um dom de Deus que ela ignorava, e Ele falava de si mesmo, porque Ele é o dom de Deus aos homens, do qual dependem todos os demais dons, inclusive o próprio dom do Espírito Santo, porque se Ele não tivesse morrido na cruz, o Espírito não poderia ser dado.
A mulher o tinha visto como um simples judeu viajante, mas Ele revelaria a ela que havia muito mais em relação a Ele que ela não sabia, e além do que se via apenas na aparência.
Jesus é o dom de Deus, a riqueza do amor de Deus trazida a nós, e o tesouro mais rico de tudo que possa haver de bom para nós, e um tesouro que nos é dado gratuitamente sem que seja exigido qualquer mérito ou trabalho da nossa parte.
E é um grande privilégio poder ter este presente de Deus que nos é oferecido, e ter uma oportunidade de abraçá-lo.
Com o que disse acerca do dom de Deus, Jesus mostrou à samaritana que se ela O conhecesse não lhe teria dado uma resposta tão rude.
Mas como aqueles que desejam conhecer a Cristo terão que procurá-lo, ainda que Ele esteja muito próximo deles, tal como aquela mulher samaritana, Ele continuaria em seu diálogo com ela para poder facilitar o encontro que a transformaria numa filha de Deus.
E é exatamente isto que Ele continua fazendo até hoje, para que possa ser achado por aqueles que O buscam.
Ele lhes ajuda na sua cegueira e morte espiritual por causa do pecado para que possam vir a enxergar e a viver, de modo que possam se comunicar com Deus e adorá-lo em espírito, tendo uma vez sido vivificados pela vida eterna que há em Cristo, o dom de Deus aos pecadores, para que possam sair do estado de completa incomunicabilidade com as coisas espirituais, celestiais e divinas em razão da separação que foi ocasionada pelo pecado original.
Então Jesus diz à mulher que caso ela O conhecesse, porque é Ele que é o dom de Deus, Ele lhe daria água viva.
Jesus estava então prometendo uma fonte espiritual que jorra continuamente no interior dos que O conhecem.
Uma fonte que sacia completamente a sede da alma, porque as graças e os confortos do Espírito Santo satisfazem à alma, porque somente esta água viva pode satisfazer às necessidade da alma.
Nada mais poderá saciá-la.
E Jesus dará o Espírito Santo a todo aquele que lho pedir.
É por isso que Ele disse à samaritana que o faria caso ela lhe pedisse água viva.
Mas, a mulher não entendeu que Ele falava de coisas espirituais, e pensou que ele estivesse se referindo a uma fonte de água natural que fluísse continuamente, e que ela era o proprietário dela.
Ela falou da impossibilidade dele fazê-lo, porque não era maior do que o patriarca de todos os judeus (Jacó) que havia deixado aquele poço como herança a eles.
Como boa conhecedora da região, ela devia saber que não havia nas cercanias um poço melhor do que aquele tal a sua grande profundidade.
E como Jesus poderia cavar mais fundo do que aquilo? Como ele poderia tirar água de uma fonte escondida para ela, a não ser cavando muito?
De onde ele tiraria tais águas?
Ela, como a maioria das pessoas, não consegue enxergar que Cristo tem o poder de abrir fontes onde bem Lhe aprouver.
Ele pode fazer todo o bem quiser tanto em relação ao mundo natural; quanto ao espiritual, porque é o criador e sustentador de todas as coisas.
Além disso, nós não precisamos saber de onde procede a fonte da vida que Ele nos concede, porque esta fonte se encontra escondida nEle próprio.
Para nós basta sabermos que Ele é a fonte, e não é necessário saber como é que fluem todas as bênçãos através desta fonte para nós.
Então Jesus lhe disse que a água do poço de Jacó era uma provisão que satisfazia necessidades passageiras, de modo que a água natural necessita ser bebida toda vez que se tem sede.
Mas há uma água espiritual que extingue a sede espiritual definitivamente, de modo que a pessoa não mais morrerá de sede pelo temor de que esta água venha a lhe faltar futuramente, porque esta água, diferente da natural, jamais falha ou falta, e será provida pela eternidade afora.
Apesar de Jesus ter dito à samaritana que a água viva que Ele lhe estava oferecendo era uma fonte para a vida eterna, ela continuou pensando apenas no que era natural e material e lhe pediu então que lhe desse daquela água para que não tivesse mais o trabalho de ter que ir àquele poço para buscar água.
Então Jesus começaria a trabalhar diretamente na vida daquela mulher, derrubando as fortalezas da sua alma para que ela pudesse receber a verdade.
Ele sabia que ela era uma pessoa sedenta de vida, mas estava tentando satisfazer esta sede da maneira errada pois já se encontrava no seu sexto relacionamento conjugal.
Ela estava buscando no homem aquilo que somente pode ser achado em Deus, a saber, descanso e paz para a nossa alma.
Jesus, conhecedor deste fato, por revelação espiritual, fez com que aquela mulher entendesse que Ele era mais do que um simples judeu viajante.
Quando a mulher samaritana manifestou interesse em receber a água prometida, ainda que não estivesse entendendo que Ele lhe falava de realidades espirituais, Jesus pediu que ela fosse chamar o seu marido, e que viesse com ele à Sua presença.
A mulher foi sincera em dizer que não tinha marido, e Jesus não somente confirmou que ela não havia casado com o homem com que ela se relacionava, como também havia tido cinco maridos antes dele.
Isto gerou na mulher a convicção de que Jesus era um profeta, conforme ela mesma declarou.
Então o Senhor lhe ensinaria que o Messias procederia de Israel, e não de Samaria, como também lhe mostraria que a questão da verdadeira adoração não dependeria mais do lugar certo para adorar, com a Sua chegada, como era exigido na Antiga Aliança (no templo de Jerusalém), porque a Nova Aliança ampliaria totalmente a questão do lugar certo da adoração do templo de Jerusalém, para o próprio corpo do adorador, porque toda adoração deve ser em espírito, uma vez que Deus é espírito, e também em verdade, porque Deus é a verdade.


VERSÍCULOS 27 a 42

“27 E nisto vieram os seus discípulos, e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher; todavia nenhum lhe disse: Que perguntas? ou: Por que falas com ela?
28 Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens:
29 Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?
30 Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele.
31 E entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come.
32 Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis.
33 Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer?
34 Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra.
35 Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
36 E o que ceifa recebe galardão, e ajunta fruto para a vida eterna; para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozijem.
37 Porque nisto é verdadeiro o ditado, que um é o que semeia, e outro o que ceifa.
38 Eu vos enviei a ceifar onde vós não trabalhastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho.
39 E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, pela palavra da mulher, que testificou: Disse-me tudo quanto tenho feito.
40 Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias.
41 E muitos mais creram nele, por causa da sua palavra.
42 E diziam à mulher: Já não é pelo teu dito que nós cremos; porque nós mesmos o temos ouvido, e sabemos que este é verdadeiramente o Cristo, o Salvador do mundo.”.

Logo depois que Jesus revelou à samaritana que Ele era o Messias, os seus discípulos chegaram e ficaram admirados que Ele estivesse conversando com uma mulher, e ainda por cima samaritana.
Jesus não agiria em nome dos costumes de Israel e nem discriminaria a ignorância dos samaritanos, mas lhes falaria como se fosse um deles para poder salvá-los.
E vendo os bons motivos, como sempre havia no Senhor deles, os discípulos não ousaram lhe perguntar sobre o que estava conversando com a samaritana, e esta deixou até mesmo de lado o cântaro de água porque a água viva que estava agora nela a impulsionou a dar testemunho acerca de Jesus como sendo o Messias esperado.
Ela já tinha esta convicção no seu coração de que Ele era o Messias, mas colocou para os seus conterrâneos que eles o constatassem por si mesmos vindo a ter com Ele.
Por isso ela falou com eles na forma de pergunta: “Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?” (v. 29), como a dizer: “já que Ele me disse tudo quanto tenho feito, como poderia deixar de ser o Cristo que nós aguardamos?”
O Senhor sabia que o Pai atrairia outros a ele ali naquela região de Samaria, e por isso se recusou a comer ainda que os discípulos insistissem com Ele, porque sabiam o quanto estava faminto, tal como eles.
Mas Jesus se recusou terminantemente a fazê-lo porque sabia que havia ainda muito trabalho a fazer pela pregação do evangelho aos samaritanos que viriam ao seu encontro por causa do testemunho da samaritana.
Ela havia deixado a água para trás para cuidar dos interesses do reino de Deus, e o Mestre dela estava deixando também a necessidade de se alimentar fisicamente por causa da sede e fome espiritual que seria saciada de muitos com a conversão deles pela Palavra de salvação que o Senhor lhes anunciaria.
Jesus fez a honra de se fazer conhecido à samaritana, e agora ela estava dando-Lhe a honra de fazê-lo conhecido a outros.
A samaritana se tornou uma missionária na sua cidade.
Jesus havia desvendado a condição da vida interior pecaminosa da samaritana para que ela pudesse conhecer a sua real condição perante Deus que exige santidade daqueles que dEle se aproximam.
Jesus não somente fez o diagnóstico da doença como prescreveu a ela o remédio, a saber, o arrependimento e a fé nEle, para que ela recebesse a água viva que Ele havia prometido.
Foi a isto que ela certamente se referiu quando disse aos samaritanos da cidade que o Senhor havia dito a ela tudo quanto ela havia feito.
A mulher convenceu os samaritanos a conversarem com Jesus não para satisfazerem à curiosidade deles, mas para constatarem por si próprios que Ele era de fato o Messias pelas coisas que diria a eles, e pelo poder que havia nas Suas palavras.
Toda aquela maravilhosa pesca de homens fez com que Jesus se esquecesse do Seu próprio cansaço e fome, e certamente Ele foi fortalecido em Sua fraqueza física, pelo Espírito Santo, para realizar o trabalho que deveria fazer para a glória do Pai, cumprindo a Sua missão de Salvador do mundo.
O trabalho que Jesus fazia para o Pai era a Sua comida e bebida.
A mulher samaritana havia feito o trabalho de evangelização que os próprios discípulos não haviam feito em Samaria, e agora, cabia a eles, firmar aqueles discípulos na verdade e orientá-los sobre o modo como deveriam viver para o inteiro agrado de Deus.
Assim, eles estariam ceifando as almas que a mulher samaritana havia plantado com o seu testemunho e evangelização.
Para esta colheita de almas não há necessidade de se esperar meses como ocorre com a colheita de cereais.
O campo estará sempre pronto para ser ceifado porque Deus não somente nos prometeu uma colheita todos os anos, mas todos os meses, semanas e dias.
Sempre é tempo de se colher na Sua lavoura espiritual.
Tal foi a alegria da salvação entre os samaritanos que eles insistiram que Jesus permanecesse entre eles, e o Senhor se permitiu permanecer ali ainda dois dias.
Nós lembramos que ele estava a caminho da Galiléia, mas Ele sempre se deterá onde quer que haja alguém que o hospede em seu coração.
Assim, foi preanunciada naqueles samaritanos a boa recepção que os gentios dariam ao Senhor e à Palavra do evangelho, diferentemente da grande maioria dos judeus, para os quais Ele viera, e que o estavam rejeitando e que ainda rejeitariam.
Deus iria provar então, que um verdadeiro israelita não é conhecido pela circuncisão do prepúcio, mas pela circuncisão do coração.


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