Sede de sorrir

17 de Julho de 2012 Fred de Oliveira Pensamentos 621

Tenho visto as horas se arrastarem, a noite parece longa de vez em quando. Como quando as palavras se esvaem no ar, esperando que algo extraordinário aconteça.

A espera de um simples afago, com moletons acolchoados de superfície gelada, mas que com os instantes eternos se aquecem no calor do abraço.

A grande verdade é que precisamos de tão pouco para sobreviver. Mas esse "tão pouco" não se vende nas esquinas ou prateleiras. Esse "tão pouco" está nos lábios e braços de pessoas que cativam.

Não é preciso muito para aquietar uma alma apática que agoniza quieta no canto de uma sala. Um olhar apaziguador, uma presença marcante devolve a sede de sorrir.

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
REMEXENDO OS GUARDADOS há 11 horas

Entre as páginas amareladas Dum velho romance de amor Guardei a carta pe...
madalao Poesias 11


CLAMOR ( rondel) há 11 horas

Justiça! Vivo clamando aos quatro ventos. Silêncio! Porque resposta eu n...
madalao Rondel 5


OH HOMEM! (rondel) há 11 horas

Oh homem! Teus calores me agitam, E meu corpo fica em estado convulsivo. ...
madalao Poesias 7


E AGORA? (rondel) há 11 horas

E agora? Que podemos fazer? Remediar é coisa que não adianta. O mal f...
madalao Rondel 7


CORPOS UNIDOS há 12 horas

E me puseste no teu leito, Com cuidados de amante perfeito. De desejos mi...
madalao Poesias 7


Defensoria há 23 horas

Estou como os advogados: procurando brechas, nas leis do sistema, para d...
a_j_cardiais Poesias 40