Em termos gerais, parece que privatizamos o amor... Ah! E outra! Entregamos o amor nas mãos de quem não ama, e faz dele objeto de compra. Com tudo menos complexo e muito mais monetário o amor parece sofrer uma decadência mesmo que em meio a tanta liberdade onde ele deveria encontrar seu ápice. Pois bem, prefiro entregar o amor nas mãos dos românticos, na luz do luar, no anunciar do crepúsculo de uma noite perfeita. Prefiro sonhar, entregar o amor naqueles que realmente amam, mesmo que não saibam.