Primeiro de Junho.

22 de Setembro de 2013 Júlia Breda Pensamentos 424

O vento bateu no rosto, bateu forte no estômago e passou sobre as árvores. O cabelo prendeu, a expressão adoeceu. Um beijo lhe deu, as horas esqueceu. Assim foi primeiro de Junho, de Julho, e de todos os outros meses. Breves lembranças no canto esquerdo da memória, onde guardava todas as histórias. Ilusões engolidas, palavras sumidas, toda uma risada corrompida. Quando o via a cabeça abaixava, a mão fechava e a respiração segurava. A saudade nunca que passava e o amor nunca que acabava. E ali perambolando na cabeça, ela guardava um pouco da voz dele.

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