O chamado
(de William Adriano)

Quando eu contemplava a suave brisa sapiente
Que surgindo dentre as árvores me surpreendia
Arrebatava-me em um estado de profunda paz
Assim aceitei os ocultos desígnios que se revelaram

Os sinais, mesmo simples, que antes eu desconhecia
Indicaram-me um ponto referencial de interseção
Que chocava meu antigo eu, sonolento e opaco
Com meus novos olhos, clarificados pela compreensão

Escute e prontifique, me disse a brisa sussurrante
Guarde consigo o suficiente para essa viagem
Olhe atentamente para os sinais da mata virgem
E adentre-se, torne-se um só com a trilha que se estende

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