Quentinho da Hora

24 de Agosto de 2014 A.J. Cardiais Poesias 304

Certos poemas
tenho que servi-los
quentinhos,
no nascer da hora...

Enquanto a emoção do fazer
ainda não discute com a razão.
Quando ele ainda é só coração.

Porque às vezes,
depois que passa a euforia,
não tem poema ou poesia
que fique no ar...

Vem tudo pro chão.

A.J. Cardiais

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