Mergulho

28 de Setembro de 2011 EDUARDO NEGS CASTRO Poesias 359

Não, não faço pose em meu dilúvio,
Nem mesmo a de braços estendidos
E gritos suplicantes de socorro.
Sinto e sinto sem performances
De braços e cérebro.
Se mergulho e me afogo
É mais pela ânsia de ver
A beleza dos peixes
Do que a de me suicidar.


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