Astros e grãos

31 de Outubro de 2011 William Adriano Poesias 472

Astros e grãos
(de William Adriano)

Um pequeno grão de areia
Um planeta na imensidão
Um instante de silêncio
Um estado de contemplação

O céu que contava contos
As estrelas que cantavam sonhos
A noite que escondia segredos
Os olhos que em sono fechavam

Tão complexos e gigantescos
Ao mesmo tempo insignificantes
Perante a grandeza do universo
A eternidade merece respeito

Enfim os olhos se fecham
Enquanto cadentes riscavam o céu
No bailado dos astros e planetas
Uma sinfonia cósmica triunfava


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