Canto às vítimas do ódio

07 de Novembro de 2011 Gisela Cardoso Poesias 497

Hoje procuro entender os pensamentos
De quem um dia me chamou de "doce"
Recitou docemente o meu nome
O meu ser

Nunca me esquecerei da primeira visita.
Na minha despedida foi cortejada com doces.
Nunca recebi tamanho carinho de uma pessoa
Que mal conheci horas atrás.

Não sei o que se passou,
Mas foram momentos lindos, doces.
Melhores dias em minha vida.
Hoje sinto tristeza, e confesso
Raiva e ódio. Mas, nada do que levemente.

Eu apenas lamento por esses seres
Que um dia fizeram parte da minha vida.
Eu não vou os odiar, muito menos os amaldiçoar.
Pois, mal sabem eles como é se sentir odiado como um verme.
Só repito o que a minha anciã sempre diz:
"O mundo dá muitas voltas...."

Vingança? Quem sou eu para vingar?
Não gosto de vinganças.
É nessa hora que recorro ao mistério da fé.
Está tudo nas mãos de nosso Deus pai todo poderoso.
O que é do homem, o lobo não come!

Esse texto está protegido por direitos autorais.
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