Guerra de Gigantes.

04 de Junho de 2011 [email protected] Poesias 630

Ainda sobrevivo, mas estes mundos que

arrastam- me hão de vencer- me.



Contrária eu sigo numa guerra sangrenta

em busca de vitórias que me são devidas.



Gosto de veneno ácido destroçam

órgãos que lutam comigo e cravam bandeiras.



O retorno é a batalha mais árdua,

num terreno árido enfrento meu pior inimigo.



Algoz de mim mesma, rasga minhas teias,

desnudá- me a alma e meus olhos sangram.



Heroína de cristal, por terra, sem chão, sem

lugar nenhum, sem amor, uma dor sem pudor

sem troféu.



No vazio mais profundo que minhas retinas alcançam,

em um espaço absurdo e louco, um prelúdio de mim mesma

empunhando almas.

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
PLEONÁSTICO n°2 há 4 horas

PLEONÁSTICO n°2 Encarasse de frente, não soslaio... Talvez, olhos no...
ricardoc Sonetos 4


ANTIFACISTA há 5 horas

ANTIFACISTA De irrestível apelo aquela união De fortes se fazendo 'in...
ricardoc Sonetos 4


A rua me aceita como sou há 8 horas

A rua me aceita como sou (Livro Poesias Reflexivas- Antonio Ferreira) N...
pfantonio Poesias 45


Não seja superficial há 9 horas

Não seja superficial (Antonio Ferreira-Livro Poesias Reflexivas) Olhe ...
pfantonio Poesias 59


"Dia do amor" há 12 horas

Amanhã é o dia reservado ao Amor, E a fragrância das flores confunde-s...
joaodasneves Poesias 12


"Estou triste" há 19 horas

A noite se instala em mim. Lá fora, apenas o silêncio da noite e o teu o...
joaodasneves Poesias 14