BOB: olhos do amor canino

23 de Novembro de 2011 Rafael Otávio Modolo Poesias 656

Um dia desses olhei fundo numa esfera brilhosa...
Burica gostosa...
Era meu cachorro...
Ele meu lambeu o queixo...
"Tá bom, Bob, eu deixo
Deita aí no sofá...."
Que glória!
Por alguns segundos,
Toda a teia da história,
Nos olhos de um cão!
Cão??? Que ódio me consome,
Quando dão ao Diabo o nome,
Do meu amigo!
E como ele vive comigo...
Vive, respira, chora e late...
Se tenho ele, para quê qualquer quilate?!
Te amo, arteiro,
Te amo hoje, amanhã, no mundo inteiro!

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