Ainda há esperança

28 de Novembro de 2011 William Adriano Poesias 340

Ainda há esperança
(de William Adriano)

A humanidade se devora
E cria leis para se engolir
Sem morrer de culpa
Mas ainda há esperança

A mentira desnutre a alma
E desfalece os sonhos
Envelhecendo-nos precocemente
Mas ainda há esperança

A guerra perde o sentido
Quando se fala a mesma língua
Mesmo assim persiste o punho
Mas ainda há esperança


Há esperança...
Mesmo que o sol nos puna
Há esperança...
Mesmo que o sangue seque
Há esperança...
Nas noites escuras da alma

Há esperança...
Simplesmente porque você
Não deixou de acreditar

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