Matrix

08 de Fevereiro de 2012 Doug Mota Poesias 340

Caiu que nem patinho, iludiu-se cegamente
Exatamente como eles queriam
Da cara dele, os poderosos riam
Mesmo avisado, não preocupou sua mente
Nunca parou para raciocinar
Que sua vida viria a findar
Se ele não saísse daquela caverna
Barreira de todo o conhecimento
Produtora da ignorância eterna
Assassina por consentimento.

Era visto como uma ovelhinha no curral
Inocente, controlável, inofensiva
Nenhuma grave ameaça ativa
Uma reles cabeça de gado normal
Se não despertar logo dessa leve morte
Sua única esperança de vida será a sorte
De sair ileso à maldade da sociedade
Sem lutar como um guerreiro da resistência
Apenas mais um carneirinho na legalidade
Um futuro túmulo sem relevância.

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
LUTA ARMADA há 2 horas

LUTA ARMADA Aqueles tidos como imprescindíveis Pelo afã de lutar toda...
ricardoc Sonetos 4


Paz Celestial há 13 horas

Paz na alma é muito mais Do que paz de mente... pois passa desta par...
kuryos Artigos 11


Poema Rosa Para um Dia de Sol há 1 dia

A Rosa Emília A Rosa que an...
a_j_cardiais Poesias 52


Poema Suado há 1 dia

Estou num deserto de inspiração... Nada passa por aqui... Nem ladrão. ...
a_j_cardiais Poesias 44


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 3 há 1 dia

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 17


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 2 há 1 dia

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 11